Numa era claramente direccionada para as consolas e videojogos, não deixa de ser curioso que continue a ser um fã de jogos de tabuleiro. Grande parte da minha infância foi passada a jogar Subbuteo (PES pré-histórico para os mais novos), Petroleiros e o inevitável Monopólio. Contudo nenhum me marcou de forma tão intensa como o Risco, um jogo de estratégia que visa a conquista do Mundo. O tabuleiro é composto por seis continentes e 42 territórios, que podem ser distribuídos por um máximo de 6 jogadores. A sorte no lançamento dos dados vai definir o numero de baixas ou territórios conquistados, aumentado a tensão de forma quase desumana!
Uma das grandes virtudes é o seu sistema de combate, que permite uma recuperação constante dos oponentes, prolongando a longevidade da batalha. Confesso que são horas de puro entretenimento, sobretudo quando estamos na companhia de amigos. Este post visa fazer a minha humilde mas merecida homenagem a um jogo de tabuleiro que permanece épico.
Recomendo sem qualquer hesitação a todos os fãs do género, assim como ás gerações mais novas, que certamente desconhecem este jogo. Percam algum tempo, se possível comprem o tabuleiro (custa cerca de 35 euros) e garanto-vos que ficarão viciados após algumas conquistas. Existem mais opções de jogo, tais como o “Risco Capital” e “Missões”, em que o objectivo passa por conquistar a capital do adversário (que permanece incógnita para os jogadores) ou cumprir as missões que nos são lançadas nas cartas.
Quanto aos leitores do blog, gostaria imenso de saber as vossas preferências em termos de jogos de tabuleiro. São fãs de Risco? Outro tipo de jogos? Ou pura e simplesmente adoram as consolas e abominam qualquer tipo de jogo “físico”?

