Bem, no mínimo é diferente a banda sonora do novo filme do Bond… Quanto ao nome, a justificação de Daniel Craig:
““Quantum of Solace” is a small degree of comfort that can exist between two people emotionally in a relationship. The Governor character in the Ian Fleming short story of the same name defines it as “… a precise figure defining the comfort, humanity and fellow feeling required between two people for love to survive. If the quantum of solace is nil, then love is dead.”
Há dias assim de facto… não consigo tirar esta música da cabeça…
Freak out
And give in
Doesn’t matter what you believe in
Stay cool
And be somebody’s fool this year
’cause they know
Who is righteous, what is bold
So I’m told
Who wants honey
As long as there’s some money
Who wants that honey?
Hipsters unite
Come align for the big fight to rock for you
But beware
All those angels with their wings glued on
’cause deep down
We are frightened and we’re scared
If you don’t stare
Who wants honey
As long as there’s some money
Who wants that honey?
Let me out
Let me out
Let me out
Let me out
Tell me all of your secrets
Cannot help but believe this is true
Tell me all of your secrets
I know, I know, I know
Should have listened when I was told
Who wants honey
As long as there is some money
Who wants that honey?
Não sou um apreciador de ópera, mas reconheço que este senhor tinha uma voz divinal. Adorado por muitos, odiado por alguns, a realidade é que o mundo da música está de luto. Apesar de terem passado 5 dias da sua morte a homenagem é tardia mas de boa vontade. E reconheço que não foi fácil escolher uma música que a meu ver representasse o sentimento de saudade. Optei por este Too much love will kill you, com os Queen. Apreciem…
Depois de alguns anos de hiato, Corgan e Chamberlin resolveram trazer de volta os Pumpkins. Coloco este post depois de ter passado as últimas semanas a ouvir Zeitgeist. O patamar de qualidade musical a que me habituaram é difícil de atingir, e talvez por esse motivo fico de pé atrás em relação ao album. No cômputo geral é bom, estão lá as melodias “pumpkianas”, a voz inconfundível de Corgan e o ritmo vertiginoso de Chamberlin. Mas falta claramente James Iha para complementar a sonoridade. Em relação ao baixo, tanto D´Arcy como Melissa Auf Der Maur eram bons músicos contudo pouco ou nada se nota a sua falta em Zeitgeist. A sensação que me fica é que se trata de um bom regresso mas incompleto, quem conhece a sonoridade da banda de Chicago perceberá o que quero dizer. Foi um ressurgimento, que pecou por tardio. Muita pena tenho de não ter podido ir vê-los ao Oeiras Alive… mas essa é outra história. Quanto aos novos elementos Jeff Schroeder (guitarra rítmica), Ginger Reyes (baixo) e Lisa Harriton (teclista) fica a curiosidade de ver a sua interacção com a banda nos espectáculos ao vivo. Digo isto, porque não participaram no álbum, dado que foi Corgan quem tocou a grande maioria dos instrumentos, um pouco ao estilo de Siamese Dream. Para concluir, o significado de Zeitgeist:
“termo alemão, que se traduz como espírito do tempo, também podendo se utilizar do termo em português para denominá-lo. O Zeitgeist significa, em suma, o nível de avanço intelectual e cultural do mundo, em uma época”