Bolas, aparentemente parece ser uma situação geral, mas os spammers andam a dar-lhe forte e feio! Como tal, fui forçado a activar mais um plugin para validação. Já nem o Akismet me safa… tenham paciência no futuro quando postarem, mas é por uma boa causa.
Desde pequeno que me lembro de acompanhar as aventuras de Optimus Prime e a sua luta com Megatron. Cheguei a ter pilhas de cassetes de VHS repletas de gravação. Quase vinte anos depois Michael Bay e Steven Spieldberg tiveram a capacidade de me fazer regressar ao passado. Os efeitos especiais são do melhor que já vi, o filme até tem um enredo cuidado e as cenas de acção estão genialmente coreografadas. A escolha para as vozes é excelente e as constantes punch lines humorísticas estão bem articuladas. Não considero que seja um filme brilhante mas por tudo o que referi anteriormente tem obrigatoriamente de levar nota elevada. Resta saber se irá existir uma sequela nos tempos vindouros. As cerca de duas horas e meia passaram agradavelmente rápido e só tive pena de não ter podido assistir à reprodução digital (damn Harry Potter). Dito tudo isto, recomendo-vos o vídeo do primeiro episódio da série animada dos Transformers… ai as saudades!
Sou grande fã de Bruce Willis e como tal não podia deixar de ir ver o mítico Die Hard. Confesso que o primeiro, vulgarmente conhecido como Assalto ao Arranha Céus é excelente e qualquer um dos seus predecessores será sempre inferior, mas a personagem de John McClane é tónico suficiente para justificar a ida ao cinema. O que pode dizer é que são 97 minutos frenéticos, repletos de acção, com efeitos especiais e coreografias verdadeiramente geniais. Não esperem grande conteúdo em termos de narrativa ou mesmo uma sequência lógica. Os elementos cómicos continuam presentes, com o choque tecnológico entre McClane e os hackers informáticos. Este filme representa o regresso aos blockbusters de acção e mostra-nos que ainda é possível ter esperança num futuro melhor, pelo menos enquanto Bruce Willis estiver presente para dar cabo do canastro dos maus da fita.
A Raquel lançou mais um desafio, e como habitualmente, não posso recusar, até porque se trata de um motivo mais do que merecedor da minha atenção. Trata-se uma corrente, mas em que não é necessário nomear livros ou falar da nossa infância ou preferências. Peço apenas um minuto… por uma criança desaparecida há quase 10 anos. Eu passo a quem ler o blog e achar relevante contribuir para esta iniciativa…
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