É verdade, Indiana Jones está de volta! 19 anos depois, o nosso herói apresenta-se mais velho mas ainda em grande forma. Desta vez a aventura leva-nos na senda da caveira de cristal de Akator e o seu grau de importância no conhecimento dos povos maias. Para não colocar spoilers, devo dizer-vos que trailer não dá a entender a verdadeira essência do enredo. Harrison Ford traz-nos de volta uma das figuras míticas da 7ª arte, embora partilhe parte dos louros com o seu filho Mutt. São cerca de 2 horas de puro entretenimento, com muita acção mas pouco enredo. É fantástico reviver algumas da personagens de filmes anteriores, a música do genérico e o som do chicote do Dr Jones, mas não chega. Kate Blanchett interpreta uma vilã russa, que pretende descobrir os poderes da mente e acredita que a caveira é a solução.
Os efeitos especiais são extraordinários, mas aquela sequência final parece-me completamente desajustada (sem spoilers…). Para mim faria mais sentido lançar a teoria e deixar a interpretação ao critério do espectador. Em suma, um regresso mediano, na minha opinião a aventura mais fraca da saga, mas indispensável para os fãs. Vejam e digam-me de vossa justiça…
Começo este post por explicar que sou benfiquista, mas acima de tudo um amante do futebol. É com profunda tristeza que constato a descida de divisão do Boavista, dado que se trata de uma instituição com muitos anos e que me merece todo o respeito. Mas penso ter sido uma decisão inevitável, tais eram as provas recolhidas. Não sou jurista nem tenho conhecimento dos estatutos e regras que gerem o futebol português, mas considero de um injustiça tremenda FCP e Leiria não terem a mesma punição, por omissões ou incongruências na lei desportiva. O importante neste caso não são os clubes ou os nomes dos prevaricadores mas o acto em si. Penso que o futebol português tem rapidamente de se credibilizar, com a pena de cair num fosso ainda maior e que a médio prazo levará à perda total de competividade dos nossos clubes e selecção. Existem demasiados casos por resolver e acima de tudo um espectro de corrupção, que em nada ajuda a desenvolver o negócio que representa hoje a Superliga.
Está na altura de redefinir regras, de criar condições para que os clubes possam evoluir financeiramente, mas acima de tudo de fazer regressar os adeptos ao espectáculo que deveria ser o futebol. Confesso que estou céptico, porque este processo do Apito Dourado pouco ou nada trouxe de novo: os “responsáveis” são retirados de cena, mas continuam a mexer os cordelinhos e muito provavelmente tudo permanecerá igual. Vamos de uma vez por todas acabar com os salários em atraso, com os orçamentos megalómanos e devolver o desporto a quem merece. Que este processo sirva de reset para uma Liga Portuguesa mais competitiva, mais justa e sobretudo com mais fair play.
Quanto aos clubes envolvidos, que haja a percepção de distinguir os dirigentes e as instituições. A Superliga precisa de um FCP, Boavista e Leiria fortes, porque apenas desta forma vamos poder sair da 2ª linha do fuebol europeu. Que se inicie um novo ciclo, são os meus votos.
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