MMORPG’s

MMORPG. Este termo é certamente conhecido para a maioria das pessoas que consome jogos online. Para os que não conhecem a designação, MMORPG (Massive Multiplayer Online Role-Playing Game ou Multi Massive Online Role-Playing Game) é um tipo de jogo, em que o utilizador cria uma personagem/avatar no qual se identifica.

Nesse mundo virtual,  joga-se conjuntamente com outros utilizadores, fazendo praticamente o que quiser, desde missões (quests), a “matar” outros jogadores, só porque lhe apetece ou porque dá “pontos”, ou simplesmente vagueando pelo mapa de jogo.

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Motion Control – o futuro?

Após ter experimentado o motion control das três consolas no mercado, quero fazer uma breve análise ao que já temos e ao que ainda está para vir. Realço que este artigo reflecte apenas a minha opinião sobre este tema em concreto.

A minha primeira experiência foi com o Wii Motion Plus. É de facto um sistema que para jogos de desporto, nomeadamente ténis,  é bom. Seguidamente foi lançado a PlayStation Move, que trouxe mais precisão ao sensor de movimentos e por último a Kinect, que abrange os movimentos do corpo todo.

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Rango

Johnny Depp dá a voz a Rango, um camaleão “doméstico” que se perde no deserto de Mojave. A sua aventura vai levá-lo a um cidade perdida no tempo (Dirt), que atravessa um misterioso período de seca. Fruto da sua imaginação e capacidade de “inventar histórias”, Rango acaba por se tornar no xerife da cidade, assumindo a responsabilidade de desvendar este mistério.

Para o auxiliar, conta com a preciosa ajuda dos habitantes locais, com destaque para Priscilla, Beans e Roadkill. Os perigos são constantes e os inimigos acumulam-se, o que torna a tarefa do nosso “herói” ingrata. Será possível que sobreviva ás investidas dos predadores naturais ou sucumbirá ás mãos de Rattlesnake Jake, o fora de lei deste western animado?

Em primeiro lugar, é uma lufada de ar fresco ver um filme sem 3D, tendo ficado novamente comprovado que essa tecnologia é uma “gimmick” para aumentar os resultados de bilheteira. Estamos sem dúvida perante um western (adorei o pormenor do “Espírito” do Oeste), que tem os seus momentos cómicos, aliados a excelentes cenas de acção. Não destrona Despicable Me, que na minha opinião continua a ser o melhor filme de animação dos últimos 6 meses, mas proporciona 107 minutos de entretenimento.

As personagens são bem mais densas do que estaríamos à espera num filme do género, mas a simbiose funciona muito bem. O desenvolvimento de Rango é evidente desde a primeira cena até ao derradeiro frame e a interacção com as restantes personagens é excelente.

Aliás, por breves instantes quase que nos esquecemos que estamos a ver um filme de animação. Penso que esse é o maior elogio que posso fazer a Johnny Depp, perdão Rango.

Combate desleal

Longe vai o tempo em que ansiava pelo dia da semana em que passava o episódio do “Lost” ou do “Prison Break”. Onde estão as séries como o “24”? O que fizeram aos “4400”? Onde está escondida a agente secreta de “Alias”? Para que planeta foram “Stargate” e “Battlestar Galactica”? Ou melhor, onde está a criatividade dos escritores e produtores das series que vieram “revolucionar” as audiências das séries a nível mundial? Pelos vistos a “crise” está em todo o lado…

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