American Gods T.1

Baseado na obra de Neil Gaiman, American Gods explora a sociedade actual e a forma como os Deuses e religião deixaram de ser uma prioridade. Começamos por acompanhar Shadow Moon, que se encontra a terminar uma pena de cinco anos, quando a sua esposa falece em condições bizarras, o que leva à sua libertação antecipada.

No voo de regresso, conhece um misterioso viajante, que se apresenta como Mr. Wednesday, que lhe faz uma proposta de trabalho. Apesar de inicialmente relutante, Shadow acaba por aceder, após uma luta de bar com Mad Sweeney, que se apresenta como sendo um duende.

Ao longo dos episódios seguintes, vamos conhecendo o passado de vários Deuses, assim como de Laura Moon e Mad Sweeney, que acabam por ter um papel relevante no desfecho da temporada. Torna-se difícil de abordar esta série sem divulgar spoilers, mas posso adiantar que se trata essencialmente uma guerra de poder entre os Deuses Antigos e os Novos. Ficamos a saber que ambas as facções aumentam o seu poder com base na devoção recebida, o que coloca os novos Deuses, liderados por Mr World, em clara vantagem.

O plano de Mr Wednesday passa por criar um conselho de guerra, que irá ocorrer em Wisconsin. A primeira temporada retrata a viagem, com a paragem em diversos locais, para recrutar membros necessários para o sucesso da revolta dos Deuses Antigos.

Existem diversos elementos sobrenaturais e um grande foco na narrativa, assim como nas relações criadas entre as várias personagens. Por motivos que vou manter em segredo, os primeiros oito episódios servem para divulgar a origem das personagens, mas igualmente para fazê-las cumprir o trajeto necessário para desbloquear o seu potencial.

Está longe de ser uma série para todos, mas gostei bastante de American Gods, que é um projeto ambicioso mas igualmente refrescante.

Acerca de hugocardoso

Membro da fantástica colheita de ©1978. Utilizador de . Adepto do SLB, LA Lakers e Colorado Avalanche. Entusiasta de Retro Gaming, Cinema e BD. Colecionador de Estátuas na escala 1/6. Fã #1 de Muttley, o 🐶

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