{"id":17933,"date":"2021-04-05T10:30:00","date_gmt":"2021-04-05T09:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/hugocardoso.com\/blog\/?p=17933"},"modified":"2020-07-26T15:32:29","modified_gmt":"2020-07-26T14:32:29","slug":"kingdom-come","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hugocardoso.com\/blog\/archives\/17933","title":{"rendered":"Kingdom Come"},"content":{"rendered":"<p>Alex Ross \u00e9 uma figura incontorn\u00e1vel da BD, com trabalhos lend\u00e1rios na Marvel e DC. O artigo de hoje \u00e9 dedicado a Kingdom Come, que na minha opini\u00e3o \u00e9 a sua obra mais ic\u00f3nica. Estamos perante uma narrativa Elseworld, focado num universo alternativo, em que os super-her\u00f3is foram substitu\u00eddos por uma nova gera\u00e7\u00e3o de vigilantes, com poderes meta-humanos.<\/p>\n<p>Magog \u00e9 o expoente m\u00e1ximo desta nova vaga, que n\u00e3o tem pudor em assassinar Joker, pelos crimes cometidos num ataque que originou a morte de Lois Lane e in\u00fameros outros jornalistas do Daily Planet. A narra\u00e7\u00e3o fica a cargo de Norman McCay, um pastor que recebe vis\u00f5es apocal\u00edpticas do futuro e que ser\u00e1 a testemunha de The Spectre.<\/p>\n<p>Lentamente, vamos sendo apresentados \u00e0 s\u00e9rie de eventos que originaram o desaparecimento de Super-Homem. Ficamos a saber que um ataque liderado por Magog corre terrivelmente mal, originando a morte de Captain Atom, com a consequente contamina\u00e7\u00e3o nuclear de uma boa parte das colheitas do EUA.<\/p>\n<p>Wonder Woman consegue convencer Clark a regressar ao activo na Justice League, com o intuito de doutrinar e inserir valores morais nesta nova gera\u00e7\u00e3o de her\u00f3is. A tentativa de recrutar Batman corre terrivelmente mal, dado que existe claramente um ressentimento de Bruce, que tenta convencer Clark da necessita de utilizar uma estrat\u00e9gia, em detrimento da for\u00e7a.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a visita de Super-Homem, o Dark Knight opta por reactivar a sua rede de agentes, que s\u00e3o conhecidos por The Outsiders. Este grupo consiste em her\u00f3is de segunda e terceira gera\u00e7\u00e3o, contando com a lideran\u00e7a de Batman, Green Arrow e Blue Beetle.<\/p>\n<p>Para tornar ainda mais complexa a narrativa, descobrimos igualmente que os vil\u00f5es (Lex Luthor, Catwoman, The Riddler, Vandal Savage) criaram a Mankind Liberation Front, com o objetivo de inviabilizar que esta nova gera\u00e7\u00e3o de meta-humanos lidere o Mundo.<\/p>\n<p>Esta \u00e9 a premissa principal de Kingdom Come, que vai explorar as a\u00e7\u00f5es da Justice League, que tentam educar a nova gera\u00e7\u00e3o, recorrendo a t\u00e1ctica totalitaristas, que os colocam em conflito directo com Batman e os Outsiders. Inevitavelmente o derradeiro acto do livro vai levar a uma batalha entre estas tr\u00eas fac\u00e7\u00f5es, que defendem ideias opostas, originando o evento apocal\u00edptico que Norman McCay ir\u00e1 testemunhar, em conjunto com The Spectre.<\/p>\n<p>Apesar de ser um t\u00edtulo de 1996, vou evitar os spoilers mas recomendo vivamente a leitura de Kingdom Come. Para al\u00e9m da incr\u00edvel arte de Alex Ross, a narrativa \u00e9 envolvente, com li\u00e7\u00f5es morais relevantes e actuais, elevando este livro a um patamar de refer\u00eancia no universo da DC.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alex Ross \u00e9 uma figura incontorn\u00e1vel da BD, com trabalhos lend\u00e1rios na Marvel e DC. 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