{"id":20714,"date":"2022-06-08T10:00:29","date_gmt":"2022-06-08T09:00:29","guid":{"rendered":"https:\/\/hugocardoso.com\/blog\/?p=20714"},"modified":"2025-10-28T00:13:07","modified_gmt":"2025-10-28T00:13:07","slug":"morbius","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hugocardoso.com\/blog\/archives\/20714","title":{"rendered":"Morbius"},"content":{"rendered":"<p>O primeiro acto tem in\u00edcio na Gr\u00e9cia, em que somos apresentados a Michael Morbius, um jovem de dez anos, com uma doen\u00e7a rara de sangue. A sua condi\u00e7\u00e3o \u00e9 partilhada com Milo, com quem vai criar la\u00e7os de amizade que perduram no tempo. A narrativa avan\u00e7a vinte cinco anos, para uma floresta remota na Costa Rica, em que Morbius tenta encontrar uma cura para a sua condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s recusar um pr\u00e9mio Nobel, o nosso protagonista recebeu fundos de Milo para prosseguir com a sua pesquisa. A f\u00f3rmula criada com o gene dos morcegos funciona mas transforma-o num vampiro, com necessidade de beber sangue humano de forma uma regress\u00e3o aos instintos animais. Ap\u00f3s dizimar todos os humanos presentes no laborat\u00f3rio, com excep\u00e7\u00e3o da Dra Martine Bancroft, vamos acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o dos seus poderes, assim como o aparecimento de um outro vampiro, que tem uma vis\u00e3o completamente distinta de Morbius.<\/p>\n<p>As cenas de a\u00e7\u00e3o e o CGI cumprem a sua fun\u00e7\u00e3o, embora estejam longe de ser brilhantes. O segundo acto, na minha opini\u00e3o, \u00e9 a parte mais fraca da narrativa, dado que \u00e9 extremamente previs\u00edvel e falha em cativar o interesse do espectador. \u00a0Os agentes Simon Stroud e Al Rodriguez s\u00e3o personagens secund\u00e1rias e que pouco acrescentam ao filme, sendo igualmente frustrante o aproveitamento narrativo da personagem do Dr. Emil Nicholas. Como \u00e9 habitual, vou evitar os spoilers mas h\u00e1 potencial nalgumas decis\u00f5es do terceiro acto, que est\u00e3o em conson\u00e2ncia com a vers\u00e3o dos comics.<\/p>\n<p>No que diz respeito a interpreta\u00e7\u00f5es, diria que \u00e9 um filme mediano, embora Jared Leto tenha um bom desempenho no papel de Morbius. Esperava mais da personagem de Matt Smith, que representa o antagonista principal desta aventura inicial do The Living Vampire. Existem duas cenas p\u00f3s-cr\u00e9ditos, que lan\u00e7am uma premissa interessante para uma \u00a0sequela, que dificilmente se converter\u00e1 numa realidade. Os resultados de bilheteira foram fracos e este universo que a Sony pretende criar conta nesta fase apenas com Spider-Man, Venom e agora Morbius, o que me parece manifestamente insuficiente.<\/p>\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><div class=\"skillbar\" data-percent=\"60%\"><div class=\"skillbar-title\" style=\"background: #f7dc6f;\"><h6>Mediano<\/h6><\/div><div class=\"skillbar-bar\" style=\"background: #f7dc6f;\"><\/div><div class=\"skillbar-percent\">60%<\/div><\/div>\n<\/blockquote>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O primeiro acto tem in\u00edcio na Gr\u00e9cia, em que somos apresentados a Michael Morbius, um jovem de dez anos, com uma doen\u00e7a rara de sangue. 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