{"id":7566,"date":"2013-09-15T11:00:33","date_gmt":"2013-09-15T10:00:33","guid":{"rendered":"http:\/\/hugocardoso.com\/blog\/?p=7566"},"modified":"2016-08-15T13:33:17","modified_gmt":"2016-08-15T12:33:17","slug":"elysium","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hugocardoso.com\/blog\/archives\/7566","title":{"rendered":"Elysium"},"content":{"rendered":"<p>Elysium fazia parte da minha <a href=\"http:\/\/hugocardoso.com\/blog\/archives\/6633\" target=\"_blank\">lista para 2013<\/a>, o que automaticamente me for\u00e7ava a ir ao cinema. Ontem tive a oportunidade de o fazer e esta \u00e9 a minha sincera opini\u00e3o: \u00e9 um filme interessante mas podia ser algo marcante no g\u00e9nero. Neill Blomkamp \u00e9 o realizador e alguns dos maneirismos presentes em District 9 s\u00e3o igualmente vis\u00edveis neste enredo. A narrativa decorre em 2154, numa \u00e9poca em que o Planeta Terra \u00e9 ocupado pelos pobres, que tentam sobreviver \u00e1 doen\u00e7a e sobrepopula\u00e7\u00e3o de um planeta polu\u00eddo e devastado. Na \u00f3rbita do nosso planeta, temos a esta\u00e7\u00e3o espacial Elysium, um gigante \u00c9den flutuante, onde n\u00e3o h\u00e1 doen\u00e7a e todos vivem em harmonia.<\/p>\n<p>Como habitualmente, h\u00e1 uma cr\u00edtica impl\u00edcita ao capitalismo e consequente desn\u00edvel social, aliado a elementos sci-fi, que tornam este filme muito interessante. A primeira parte \u00e9 muito dedicada ao desenvolvimento de personagens, focando as necessidades e ang\u00fastias, terminando com a previs\u00edvel miss\u00e3o final: atingir o Elysium e curar a doen\u00e7a terminal que aflige Max (Matt Damon).<\/p>\n<p>A segunda parte do filme fica reservada para a ac\u00e7\u00e3o, com a chegada dos &#8220;ilegais&#8221; a Elysium, o que vai despoletar uma guerra entre as duas fac\u00e7\u00f5es. Pelo meio, temos a batalha \u00e9pica entre Kruger e Max, bem ao estilo Good vs Evil, como seria de esperar. Ali\u00e1s, em termos de interpreta\u00e7\u00f5es o filme \u00e9 uma desilus\u00e3o, com excep\u00e7\u00e3o a Jodie Foster e\u00a0Sharlto Copley, que tem mais uma performance digna de registo.<\/p>\n<p><strong>SPOILER ALERT<\/strong><\/p>\n<p>No pr\u00f3ximo par\u00e1grafo vou falar acerca de decis\u00f5es tomadas que n\u00e3o fazem muito sentido em Elysium. A personagem de Jodie Foster \u00e9 desperdi\u00e7ada por completo, o que \u00e9 uma pena, dado que tem imenso potencial. A partir de determinado ponto, o realizador deixa de se preocupar com a narrativa e a batalha entre Max e Kruger domina por completo, o que resulta numa perda de qualidade no global do filme. E claro, n\u00e3o me posso esquecer dos habituais &#8220;plot holes&#8221; mas que acabam por ser secund\u00e1rios face ao que referi anteriormente. E finalmente&#8230; Michael Shanks&#8230; mas porque raio se falou tanto nele se na realidade nem tem uma \u00fanica frase em todo o filme? Deviam tratar o Dr Daniel Jackson com mais respeito&#8230;<\/p>\n<p>No global, considero Elysium um filme interessante, que vale a pena ver mas recomendo que o fa\u00e7am no conforto do vosso lar. Honestamente n\u00e3o me parece que valha o investimento do bilhete de cinema, mesmo com o desconto de uma determinada operadora de TV.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elysium fazia parte da minha lista para 2013, o que automaticamente me for\u00e7ava a ir ao cinema. 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