Esta primeira antologia do universo Star Wars foca-se em dois Jedi: Ahsoka Tano e Dooku. Os primeiros três episódios focam-se na história de origem de Ahsoka, iniciando com o seu nascimento e primeiro ano de vida entre os Togruta. Desde muito nova que existe uma ligação à Força, algo que é explorado de forma brilhante, no primeiro episódio.
O segundo episódio foca-se no seu treino enquanto Padawan de Anakin, que cria um treino praticamente impossível, no sentido de a preparar para qualquer imprevisto no campo de batalha. Ironicamente, será este momento que se revela fundamental aquando da ordem 66, em que se vê rodeada de clones, contando apenas com o apoio de Rex.
O derradeiro episódio ocorre após a morte de Padmé, em que a nossa jovem Jedi tenta lidar com a perda da sua amiga, assim como do seu Mestre. Apesar da sua recusa em lutar, Ahsoka acaba por compreender que o Império Galáctico é uma ameaça que não pode ser ignorada e, de forma simbólica, acaba por pedir ajuda ao senador Organa, no sentido de integrar a Resistência.
No que diz respeito ao arco narrativo de Dooku, o foco vai para a Ordem Jedi, mais especificamente a forma como cumprem as ordens do Senado, sem questionar a sua lógica ou sentido de justiça. Lentamente, vamos assistindo à sua corrupção pelo lado negro, que culmina com uma batalha épica com a Mestre Yaddle.
Fica a sensação que vários dos eventos foram orquestrados por Sidious, precisamente para obter o resultado final que pretendia e que lança a premissa principal para o segundo filme das prequelas.
No global, este é um projecto muito interessante, que expande o universo Star Wars, sustentado por uma narrativa que desenvolve várias das personagens mais icónicas. Segue-se Tales of the Empire, que se focará em alguns membros do Império.