Baseado na BD da autoria de Jonathan Maberry, esta série narra as aventuras do Dr Luther Swann e do seu melhor amigo, Michael Fayne. O conceito está longe de ser inovador mas baseia-se num agente biológico que vai criar uma mutação com base no ADN.
Essencialmente, vamos assistir a uma cisão na sociedade, que vê uma parte substancial a ser dominada pelo vírus, convertendo-se num vampiro. Como não podia deixa de ser, Michael Fayne converte-se no “paciente zero”, dando início a um movimento que visa a igualdade de direitos. Do outro lado, temos o Dr Luther Swann, que apesar de pretender uma solução pacífica, vê-se envolvido numa trama de contornos políticos e militar.
Ao longo desta temporada, vamos conhecer outras personagens, tais como Mila e Danika Dubois, assim como Calix Niklos e Ava O´Malley, que acrescentam alguma profundidade à narrativa. Estamos perante um projeto low budget, muito genérico e que não conseguiu captar o meu interesse ou empatia para com as personagens.
Existem alguns twists e tentativas de desenvolver as personagens, mas que, na minha opinião, pecam por tardia. No derradeiro episódio é lançada a premissa para algo que poderia ter potencial, mas, conforme referi, não existem planos para uma segunda temporada.
Como tal, não posso recomendar esta série, que se encontra disponível via Netflix.