Após um início auspicioso, a minha expectativa era elevada e confesso não ter ficado desapontado. A temporada arranca com a introdução da família Kito, que tem uma estranha ligação a Tsuchinoko, uma criatura que faz parte do folclore nipónico.
Com o auxílio de Jiji e Okarun, Momo vai tentar desvendar este mistério, que se revela fulcral para a narrativa desta segunda temporada. Sem revelar pormenores, Jiji vai converter-se num repositório humano para Evil Eye, um espírito poderoso que pretende destruir a Humanidade.
Após uma batalha épica, em que temos a intervenção de Mantis Shrimp, Seiko e Taro, a equipa regressa a casa, com o objetivo de libertar Jiji da influência desta entidade.
Como é apanágio, o humor é uma constante, bem complementado pela evolução da relação entre Momo e Okarun, introduzindo uma dinâmica diferente para a segunda metade da temporada.
Segue-se uma tentativa de exorcismo e o início do treino de Okarun, que tem em Turbo Granny a sua mentora. Estes dois episódios, são, na minha opinião, os melhores desta temporada, que consegue ser superior à original.
Nos derradeiros episódios, temos a introdução de Kinta, um otaku que tenta compreender o motivo pelo qual Okarun é tão popular com o sexo oposto. Escusado será dizer que as suas interações são hilariantes, convertendo esta personagem numa espécie de comedy relief.
O último episódio conclui com a vitória da nossa equipa, que consegue derrotar um Kaiju. Ficamos a saber que a criatura era controlada por uma jovem, que beija Okarun. deixando Momo à beira de um ataque de nervos.
Dandadan, no papel, tem tudo para ser um desastre, mas consegue ser um dos animes mais surpreendentes de 2025. Recomendo igualmente a manga, que vai no volume 16 à data de publicação deste artigo.
Hugo Cardoso
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