Tom Mason continua a ser um prisioneiro dos invasores, mas vai reaparecer misteriosamente, sendo baleado pelo seu próprio filho numa emboscada dos Skitters. Como é evidente, vai sobreviver, dando início à segunda temporada, que estará repleta de reviravoltas e decisões inesperadas.
O ritmo da primeira metade desta temporada não é do meu agrado, mas a realidade é que melhora substancialmente a partir do momento em que tomamos conhecimento de uma nova facção no conflito, que se tenta revoltar e libertar do controlo dos Overlords. Uma das minhas personagens preferidas é Pope, que volta a surgir na narrativa como um anti-herói, assim como o Captain Weaver, que é a voz da consciência de todo o grupo.
Temos as habituais batalhas mas sobretudo um excelente desenvolvimento de personagens, que vai coincidir com o ressurgimento de Maggie, que aparenta estar livre da influência do arnês (objeto que permite escravizar os humanos). A Segunda Massa alcança finalmente a cidade de Charleston, a nova capital dos EUA, onde vai encontrar uma resistência formada e liderada por um antigo professor de Tom (Arthur Manchester), que os vai acolher.
Escusado será dizer que vão existir tensões entre os residentes, sobretudo pela diferença de opinião em relação à melhor forma de derrotar o inimigo. Terminamos num cliffhanger, com a chegada de uma misteriosa nave, que promete trazer novidades para toda a Resistência.
Hugo Cardoso
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