A narrativa inicia alguns meses após os eventos do final da segunda temporada, com Abbie a integrar o FBI e Crane a tentar obter a cidadania americana. Por entre alguns momentos cómicos, ficamos a saber que Pandora pretende libertar The Hidden One, um Deus antigo que pretende terminar com o Mundo como o conhecemos (inesperado, certo?).
A equipa é reforçada com a presença de Joe Corbin e Sophie Foster, que passam a fazer parte integrante desta batalha, que vai mudar por completo a dinâmica de Sleepy Hollow. Apesar das tentativas de ligar a narrativa com os eventos passados, a “história” de Betsy Ross é insuficiente para cativar a minha atenção. No que diz respeito aos vilões, gosto da presença de Pandora, embora o The Hidden One tenha ficado aquém das expectativas.
Existem muitos episódios soltos, sem grande relevância para a história, tornando esta terceira temporada fraca e sem grandes motivos de interesse. Confesso que em determinadas ocasiões fico com a sensação que os próprios argumentistas tiveram dificuldade em decidir o que fazer com algumas personagens.
Os últimos episódios melhoram substancialmente, embora discorde de várias decisões que foram tomadas. Está ainda por confirmar a quarta temporada mas caso venha a tornar-se realidade, temo que possa ser ainda inferior ao que foi apresentado nestes dezoito episódios.
Como tal, e em seguimento dos argumentos acima indicados, apenas recomendo esta temporada a quem efetivamente tem seguido a narrativa e as aventuras de Crane e Abbie.
Hugo Cardoso
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