Tom Mason é um combatente da Resistência Humana, que tenta a todo o custo garantir a sobrevivência do seu pelotão, assim como do contingente civil que o acompanha. Com o avançar dos episódios, compreendemos que o Mundo se encontra praticamente incapacitado e que os militares foram derrotados, restando apenas algumas células, espalhadas por vários Estados, que tentam sobreviver e encontrar forma de derrotar o inimigo.
Pouco sabemos acerca dos invasores, excepto que recolhem crianças, colocando-lhes um arnês, que injecta uma droga incapacitante e que lhes permite assumir o controlo. O ritmo da narrativa é adequada e temos um desenvolvimento de personagens interessante. Ficamos a conhecer o Capitão Weaver, o líder das tropas, assim como Pope, uma estranha personagem que acaba por ser fundamental na luta contra o inimigo.
Do lado dos extra-terrestres, pouco se sabe inicialmente (vou evitar os spoilers). Essencialmente temos os Mecs (robots) e os Skitters (infantaria) embora apareça uma terceira classe, que será importante para o futuro do enredo. Existem vários humanos que acabam por colaborar com o inimigo, o que acaba por consolidar a desconfiança e a constante luta pela sobrevivência.
A primeira temporada é cativante, embora esteja longe de ser brilhante. Gostei francamente da relação entre o Capitão Weaver e Tom Mason, dado que representam a perspectiva militar e a consciência civil. Igualmente interessante é o cliffhanger com que terminamos o último episódio, antevendo mudanças profundas para a segunda temporada.
Algum dos leitores do blog acompanha a série? Qual a vossa opinião?
Hugo Cardoso
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