Sobre Hugo Cardoso

Membro da fantástica colheita de 1978. Utilizador de . Adepto do SLB, LA Lakers e Colorado Avalanche. Entusiasta de Retro Gaming, Cinema e BD. Colecionador de Estátuas na escala 1/6. Fã #1 de Muttley, o podengo.

Cololight Pro

Ao longo dos anos, o meu setup sofreu alterações significativas mas diria que alcancei o equilíbrio desejado em 2018. A partir dessa altura, ocorreram ligeiras mudanças em termos de disposição, com a adição do Optimus Prime, para complementar o espaço.

Sou um entusiasta de luz ambiente e sempre que possível gosto de criar pequenos destaques RGB, o que me levou a investir no Cololight Pro. Este kit inclui 7 hexágonos, que se conectam através de um unidade de alimentação, possibilitando inúmeras configurações em termos de efeitos, padrões e temperatura de cor.

Paralelamente, tenho o bónus acrescido de poder integrar com o Apple Homekit, que é o meu ecossistema de eleição no QG do Portal Pessoal. Convém mencionar que estamos perante uma solução mais económica, sobretudo se compararmos com a Nanoleaf, que é claramente a líder de mercado.

A qualidade de construção é satisfatória, necessitando somente de uma ligação USB (sim, leram bem) para funcionar sem restrições. A personalização é outro factor importante, com a possibilidade de adicionar hexágonos,  até um valor máximo de 125 unidades. Estou bastante satisfeito com este produto, que confere um look futurista ao meu espaço de trabalho e funciona, em certos momentos, como uma forma de descontração do quotidiano de teletrabalho, que muitos de nós atravessamos.

Por último, apenas uma nota de rodapé para a app, que é robusta e disponibiliza inúmeras opções de personalização. Se estão no mercado em busca de algo semelhante, recomendo sem hesitação que insistam no Cololight Pro.

Uncanny X-Force Vol.1

Apesar de várias alterações na liderança, os X-Men seguem uma conduta moral específica, que os impede de tomar ações proativas e eliminar ameaças futuras. No entanto, tudo muda com a criação da X-Force, uma equipa clandestina, que não se rege por dilemas éticos ou morais.

No primeiro volume, esta equipa é composta por Angel, Wolverine, Psylocke, Fantomex e Deadpool, que definem como missão inicial o assassinato de Apocalypse, que ainda se encontra na forma de criança. A ida à base lunar do clã Akkaba revela-se um desafio, com batalhas brutais com os Final Horsemen, guardiões de Apocalypse. Os nossos heróis conseguem ultrapassar este desafio mas colocam em causa a decisão de assassinar uma criança, optando por doutriná-la na escola de mutantes, na esperança de mudar o futuro. É nessa altura que Fantomex opta por completar o assassinato a sangue frio, mantendo o plano inicial da X-Force.

O segundo capítulo desta saga dá-nos a conhecer a Weapon Infinity, uma equipa de cyborgs com as habilidades dos Vingadores, que aparentam ter como missão a eliminação de Fantomex. Com a ajuda de um Deathlok rebelde, os cyborgs são derrotados, sendo igualmente revelado que sem o conhecimento da restante equipa, Fantomex está a desenvolver um clone da criança que assassinou.

Deathlok acaba por se juntar à X-Force no terceiro capítulo da saga, que se foca na história de Angel. Warren continua a ter um lado negro, que é controlado telepaticamente por Psylocke. Na tentativa de eliminar essa faceta, a equipa aceita uma proposta do Dr McCoy, acompanhando-o a uma realidade alternativa (Terra-295) que decorre na Era de Apocalypse. O objetivo é encontrar a semente da vida, que irá contrapor os efeitos da semente da morte que está a infectar o subconsciente de Angel.

A missão é um fracasso completo, graças a uma (previsível) traição. A equipa encontra-se presa nessa realidade, sendo necessário recorrer aos X-Men da AOA (Age of Apocalypse), que vivem uma realidade completamente distinta, em que são liderados por Magneto e Jean Grey, que se opõem a Apocalypse e Wolverine, o seu braço direito.

Entretanto na Terra da nossa realidade, Warren é completamente dominado pelo seu lado negro, convertendo-se em Archangel. Com a semente da vida na sua posse, decide extinguir toda a vida no planeta, criando os seus Cavaleiros do Apocalipse, mais especificamente Ozymandias, Dark Beast, Genocide e Iceman da Terra-295.

A X-Force consegue regressar à sua realidade, com a ajuda dos X-Men da AOA, dando início a mais uma batalha épica, em que Fantomex se vê forçado a libertar o clone de Apocalypse (Genesis) na tentativa de derrotar Archangel. Quando a derrota parece eminente, Psylocke apunhala Archangel com a semente da vida, eliminando qualquer rasto de personalidade, assim como as recordações do seu passado. Este arco termina com Wolverine a entregar Genesis e Angel aos cuidados da Jean Grey School for Higher Learning.

O quarto capítulo de Uncanny X-Force inicia com o aparecimento do Captain Britain e dos Britain Corps, que aprisionam Fantomex pelo assassinato da criança que se iria converter em Apocalypse e raptam Psylocke. Wolverine, Deadpool e Nightcrawler do universo AOA seguem para Otherworld, com o intuito de libertar os restantes membros, mas vêem-se envolvidos numa batalha do Multiverso, entre os Captain Britains Corps e Demónios.

Fantomex acaba por ser condenado à morte mas é resgatado por Psylocke, que faz um acordo secreto e acaba por trair os seus irmãos, da Britain Corps. No final deste capítulo, Fantomex é raptado por Skinless Man, abrindo a narrativa para os eventos finais deste primeiro volume: Final Execution.

Daken, o filho de Wolverine, planeia destruir a X-Force, recriando a Brotherhood of Mutants. Para tal, recruta Mystique, Sabretooth, Skinless Man, Blob da AOS, Shadow King e o Clã Omega. A primeira missão consiste em raptar Genesis, de forma a treiná-lo e utilizar os seus poderes de Apocalypse. Segue-se um ataque à Caverna X, quartel general da equipa, que termina com a morte de Fantomex e de Gateway, que consegue transportar a equipa para mais uma distopia futura, em que a X-Force controla o Mundo com base em assassinatos de alvos que potencialmente se podem converter em ameaças à Humanidade.

Seguem-se alguns diálogos interessantes entre The Punisher e a equipa, assim como uma tentativa de seppuku, de Psylocke, que acaba por ser salva pela sua versão deste futuro. Deadpool, agora sem poderes, decide infiltrar a base da Brotherhood of Mutants, acabando por ser capturado e torturado por Omega Black.

Shadow King está cada vez mais próximo de controlar telepaticamente Evan, mas o destino da X-Force volta a ser colocado em causa, em sequência de uma nova traição. Vamos ter algumas batalhas épicas, das quais destaco Nightcrawler vs Blob, Shadow King vs Psylocke e Wolverine vs Daken. Quando a poeira assenta, a equipa consegue devolver Evan aos cuidados da Jean Grey School for Higher Learning, assim como ressuscitar Fantomex, com a ajuda de EVA. Por lapso, são criadas três pessoas diferentes, com a respetiva distribuição dos três cérebros de Fantomex: Weapon XIII, a versão maléfica, Fantomex na sua versão bondosa e Cluster, a versão feminina.

No final do livro, há uma curta história de Wolverine que decorre no Japão e uma fantástica história de Deadpool, repleta de comédia. Esta é uma das minhas sagas preferidas do universo X-Men e que recomendo vivamente.

Apesar de ser um artigo longo, optei por não divulgar muitos pormenores, apesar de mencionar o desfecho de algumas personagens. Mas relembro que X-Force está repleto de traições e ligações a realidades paralelas, pelo que as mortes nem sempre são permanentes.

Men in Black: International

Ao longo dos últimos anos tornou-se frequente partilhar a minha opinião acerca dos filmes que vejo nas salas de cinema,  mas, com o actual cenário de pandemia, tenho focado a atenção no meu (longo) backlog. Dessa forma, preparem-se para inúmeros artigos neste espaço, sobre filmes disponíveis via plataformas de streaming.

Men in Black: International saiu em 2019 mas nunca despertou a minha atenção, pelo que entrei com expectativas muito moderadas. A narrativa aborda a divisão britânica de MIB, apresentado no primeiro acto as personagens principais: Agente H (Chris Hemsworth) , M (Tessa Thompson) e T (Liam Neeson).

A narrativa é francamente pobre mas envolve uma conspiração que envolve The Hive, uma raça de parasitas que pretende conquistar o Planeta Terra. O Agente H é encarregue de proteger Vungus, um membro da família real Jababian, que acaba por ser assassinado por dois estranhos alienígenas, com o poder de terraformar o ambiente em seu redor.

A investigação leva os nosso agentes para Marraquexe, Itália e termina em França, na Torre Eiffel, para a derradeira batalha. Pelo meio, temos inúmeras cenas de acção, com as armas e tecnologia a que os filmes anteriores nos habituaram.

A química entre o agente H e M acaba por ser o ponto mais alto do filme, que tem um enredo previsível, complemento com algum humor. Destaque para a participação especial de Frank, The Pug, no primeiro acto e de Emma Thompson, como Agente O.

No global, MIB International é a aventura mais fraca deste universo mas consegue ser divertido e proporcionar algum entretenimento. Por esse motivo, recomendo que invistam tempo, caso tenham necessidade de uma boa gargalhada, num típico “filme pipoca”.

Mediano
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