Ao longo dos últimos anos tornou-se frequente partilhar a minha opinião acerca dos filmes que vejo nas salas de cinema, mas, com o actual cenário de pandemia, tenho focado a atenção no meu (longo) backlog. Dessa forma, preparem-se para inúmeros artigos neste espaço, sobre filmes disponíveis via plataformas de streaming.
Men in Black: International saiu em 2019 mas nunca despertou a minha atenção, pelo que entrei com expectativas muito moderadas. A narrativa aborda a divisão britânica de MIB, apresentado no primeiro acto as personagens principais: Agente H (Chris Hemsworth) , M (Tessa Thompson) e T (Liam Neeson).
A narrativa é francamente pobre mas envolve uma conspiração que envolve The Hive, uma raça de parasitas que pretende conquistar o Planeta Terra. O Agente H é encarregue de proteger Vungus, um membro da família real Jababian, que acaba por ser assassinado por dois estranhos alienígenas, com o poder de terraformar o ambiente em seu redor.
A investigação leva os nosso agentes para Marraquexe, Itália e termina em França, na Torre Eiffel, para a derradeira batalha. Pelo meio, temos inúmeras cenas de acção, com as armas e tecnologia a que os filmes anteriores nos habituaram.
A química entre o agente H e M acaba por ser o ponto mais alto do filme, que tem um enredo previsível, complemento com algum humor. Destaque para a participação especial de Frank, The Pug, no primeiro acto e de Emma Thompson, como Agente O.
No global, MIB International é a aventura mais fraca deste universo mas consegue ser divertido e proporcionar algum entretenimento. Por esse motivo, recomendo que invistam tempo, caso tenham necessidade de uma boa gargalhada, num típico “filme pipoca”.
Hugo Cardoso
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