Nintendo Switch 2

No Natal de 2021, recebi a Switch original, que tem sido uma consola fantástica no que diz respeito a portabilidade, garantindo sessões curtas de 30 minutos, no conforto dos meus lençóis. No entanto, o seu hardware começava a ter dificuldade em acompanhar alguns dos títulos mais recentes, o que me fez considerar adquirir o modelo seguinte.

A última consola (Xbox One S) que adquiri terá sido por volta de 2018 e continua ainda hoje a ser utilizada para sessões que envolvam títulos como Diablo 4, Red Dead Redemption 2, The Witcher 3 ou GTA V. A portabilidade é fundamental para mim, pelo que excluí a Asus ROG Alli e soluções semelhantes, que estão muito além do orçamento que defini.

Por obra do acaso, encontrei uma excelente promoção e adquiri a Switch 2 com oferta de um jogo. A grande vantagem reside no facto de ter uma biblioteca extensa da consola original, que é compatível com este novo modelo, permitindo, em muitos casos, uma experiência superior em termos de resolução e desempenho gráfico.

Estou neste momento no meu terceiro mês de utilização da consola e estou bastante satisfeito. O hardware é obviamente superior, garantindo uma performance em 4K em modo docked. Mas caso prefiram apenas o modo portátil, o display é de boa qualidade, garantindo 1080p e permitindo uma experiência muito superior à Switch original.

Dito isto, parece-me importante destacar que esta escolha é a mais adequada para o meu perfil de utilização. Reforço que já possuo uma biblioteca extensa e prioritizo a portabilidade, dado que me permite realizar curtas sessões diariamente. Paralelamente, a oferta da Sony e Microsoft é muito acima dos valores que estou disposto a investir, pelo que apostei na continuidade e na solução que se enquadra no meu orçamento.

Gostaria de obter o vosso feedback acerca deste tema e, caso tenham questões, podem utilizar a caixa de comentários abaixo indicada.

iPhone 16e

Quando se permanece no ecossistema  tanto tempo quanto eu, cria-se uma dependência que é virtualmente inultrapassável . Dito isto, o meu iPhone 11 estava a atingir o seu tempo de vida útil, pelo que era urgente decidir.

Tinha perfeitamente consciência que o meu orçamento me impediria de considerar o iPhone 17, pelo que optei pelo “patinho feio” da gama 16. Para vos enquadrar, convém salientar que adquiri este modelo em julho deste ano, aproveitando uma promoção que existiu numa das principais loja de electrodomésticos do país.

Fiz a habitual pesquisa e, com base nos rumores, foi simples eliminar o iPhone 17. A questão seguinte passava por investir num iPhone 16 Pro ou fazer um downgrade, que me permitiria permanecer no ecossistema, utilizar o Apple Intelligence e garantir que os próximos avanços ainda seriam compatíveis, graças ao chip A18.

Como podem facilmente constatar pelo título do artigo, a decisão passou pelo iPhone, sendo que as minhas impressões atuais refletem vários meses de utilização. De uma forma simples, vou começar por enumerar os principais contras deste modelo:

Ausência de sensor de estabilização na câmara

Ausência de segunda câmara, para fotos com modo macro

Ausência de Wifi 7

Não compatível com Magsafe

Se estas funções não são relevantes para o vosso uso, como é o meu caso, diria que esta é uma solução a considerar. A autonomia de bateria é assinalável, durando cerca de dois dias, na minha experiência. Os 48 mega pixels da câmara são mais do que suficientes e a qualidade de gravação em 4K a 60fps é suficiente para as minhas necessidades.

O écran é um Super Retina XDR (OLED), com 460ppi e os 8GB de memória RAM conseguem facilmente lidar com o que utilizo diariamente a nível de apps. Volto a frisar que o meu perfil de utilização é diferente do vosso mas, caso pretendam um modelo recente, que vos permita acesso à maior parte das funcionalidades, sem destruir o vosso orçamento, esta é uma boa escolha.

Como habitualmente, caso tenham questões ou pretendam iniciar um debate de ideias, utilizem a caixa de comentários abaixo.

Mac Mini M4

O meu fiel iMac 4K atingiu o seu limite em termos de desempenho, algo perfeitamente natural para uma máquina com praticamente 9 anos. Dito isto, e após alguma pesquisa, a minha escolha recaiu num Mac Mini, com uma panóplia de acessórios complementares bastante interessante.

Mac Mini M4 (256 GB / 24 GB RAM)

NVME Crucial P310

Satechi Mac Mini Hub

Monitor LG UltraGear 27GS60QC-B (180hz)

Optei por reforçar a memória, em detrimento do armazenamento, dado que o valor cobrado pela Apple é proibitivo, quando comparado com a aquisição em separado de um NVME. Adicionalmente, apostei num hub da Satechi, que me permite ganhar uma série de portas USB e um monitor curvo de 27 polegadas, com uma boa relação qualidade/preço. Tive igualmente a possibilidade de aproveitar algumas promoções e utilizar um desconto adicional, que reduziu um pouco o investimento.

No final, fiz o upgrade para uma máquina mais rápida, que me permite focar nos meus projectos com maior eficiência, com a vantagem de ter poupado um valor significativo, quando comparado com o iMac M4 ou o MacBook Pro. Estou a utilizar esta nova combinação há cerca de um mês e estou bastante satisfeito. A performance é impressionante e a minha rotina de trabalho sofreu algumas alterações francamente positivas.

Para este ano, a minha intenção é partilhar 6 artigos por mês, com as habituais temáticas, embora seja possível uma nova colaboração/parceria a curto prazo. Adicionalmente, conto divulgar alguns projectos novos, que deverão iniciar no segundo semestre deste ano. Caso tenham alguma dúvida ou questão, utilizem a caixa de comentários para o efeito.