The Super Mario Galaxy

Após três anos, temos finalmente a sequela da aventura de Mario, que introduz a Princesa Rosalina,Yoshi, Bowser Jr, Fox McCloud e muitas outras personagens da franquia. A narrativa retira inspiração do mítico jogo da Wii, que foi igualmente lançado para a Switch, assentando num plano maquiavélico que visa utilizar o poder cósmico da Princesa para alimentar uma arma de destruição.

O vilão principal vai ser o filho de Bowser, que tenta desesperadamente libertar o seu pai, que se encontra em reabilitação no castelo da Princesa Peach. O primeiro acto introduz a premissa narrativa e introduz as personagens principais, sendo importante o regresso de Mario, Luigi, Toad, Peach e Bowser.

Ao longo do filme são inúmeros os easter eggs, com referência a locais, níveis e até personagens icónicas do universo Nintendo. A animação é de elevada qualidade e os 98 minutos passam num ápice. A componente humorística é outro factor fundamental para elevar a experiência de Super Mario Galaxy, que apesar de ser um filme animação, tem como público alvo diversas gerações de jogadores que utilizaram o hardware do gigante nipónico.

No que diz respeito ao casting, as adições de Brie Larson, Benny Safdie, Donald Glover e Glen Powell foram uma mais valia, solidificando o sucesso de um projecto que já ultrapassou os mil milhões de receita de bilheteira.

Não vou obviamente partilhar spoilers, mas sugiro que aguardem pelas duas cenas pós-créditos, que revelam a próxima grande adição a este universo, sendo evidente que teremos um terceiro filme dentro dos próximos anos. Se procuram algo que proporcione diversão e entretenimento, Super Mario Galaxy é definitivamente a escolha certa!

Bom
76%

Dandadan T.2

Após um início auspicioso, a minha expectativa era elevada e confesso não ter ficado desapontado. A temporada arranca com a introdução da família Kito, que tem uma estranha ligação a Tsuchinoko, uma criatura que faz parte do folclore nipónico.

Com o auxílio de Jiji e Okarun, Momo vai tentar desvendar este mistério, que se revela fulcral para a narrativa desta segunda temporada. Sem revelar pormenores, Jiji vai converter-se num repositório humano para Evil Eye, um espírito poderoso que pretende destruir a Humanidade.

Após uma batalha épica, em que temos a intervenção de Mantis Shrimp, Seiko e Taro, a equipa regressa a casa, com o objetivo de libertar Jiji da influência desta entidade.

Como é apanágio, o humor é uma constante, bem complementado pela evolução da relação entre Momo e Okarun, introduzindo uma dinâmica diferente para a segunda metade da temporada.

Segue-se uma tentativa de exorcismo e o início do treino de Okarun, que tem em Turbo Granny a sua mentora. Estes dois episódios, são, na minha opinião, os melhores desta temporada, que consegue ser superior à original.

Nos derradeiros episódios, temos a introdução de Kinta, um otaku que tenta compreender o motivo pelo qual Okarun é tão popular com o sexo oposto. Escusado será dizer que as suas interações são hilariantes, convertendo esta personagem numa espécie de comedy relief.

O último episódio conclui com a vitória da nossa equipa, que consegue derrotar um Kaiju. Ficamos a saber que a criatura era controlada por uma jovem, que beija Okarun. deixando Momo à beira de um ataque de nervos.

Dandadan, no papel, tem tudo para ser um desastre, mas consegue ser um dos animes mais surpreendentes de 2025. Recomendo igualmente a manga, que vai no volume 16 à data de publicação deste artigo.

Harley Quinn T.5

Os argumentistas optaram por introduzir uma premissa diferente, colocando o nosso duo de “heroínas” em Metropolis. Após os eventos da temporada anterior, Gotham está ainda mais sombria, levando a uma mudança para uma cidade moderna, com uma taxa de criminalidade baixa e em que o novo sistema de segurança, designado por Lena Luthor, tornou o Super-Homem obsoleto.

Harley convence Kal-El a tirar uma licença sabática, dando início a uma série de eventos que despontará o caos completo. Sem revelar pormenores, saliento o regresso de personagens icónicas tais como King Shark, Bane, Clayface, Lex Luthor e Sharon Quinzel.

O arco do vilão está muito bem conseguido, elevando esta temporada a um patamar elevado. O humor permanece uma constante, embora tenhamos alguns momentos sérios, que correspondem ao desaparecimento de personagens relevantes.

No global, esta continua a ser uma das minhas adaptações preferidas da DC e fico curioso para saber se teremos uma sexta temporada. Apesar de ser considerado como um projecto “Elseworlds”, será necessário que James Gunn autorize a continuação desta série.