Depois de um jantar no Foster´s do Allegro, com passagem pelo Starbucks, resolvi ir ao cinema. O cartaz não era particularmente atractivo, pelo que a escolha recaiu em Doomsday. Posso começar por referir que não foi das escolhas mais felizes dos últimos tempos, mas com o cartão da Lusomundo a perda não é total.
Com excepção à presença de Bob Hoskins, não existe ponta que se pegue. O enredo é fraco e assenta num vírus que assola a Escócia e que trinta anos mais tarde chega a Inglaterra. Existe claramente um ambiente muito Mad Max, com motas, sangue e perseguições à mistura.
Apesar de gostar de Rhona Mitra, a realidade é que nunca me conseguiu convencer ao longo desta aventura, que leva muito tempo para ganhar ritmo e captar a atenção. Em suma, o efeito final é catastrófico e como tal não posso recomendar uma ida ao cinema.
Hugo Cardoso
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