A segunda temporada foca-se no desenvolvimento das personagens e na criação da nova expansão do jogo. A rivalidade entre Poppy e Ian atinge o pico, com duas visões completamente opostas e que irão originar momentos hilariantes.
Vamos finalmente assistir à evolução da relação de Rachel e Dana, que optam igualmente por abandonar a empresa e enveredar pela vida universitária. Brad vai ser visitado pelo seu irmão, Zack, que aparenta ter um plano maquiavélico para apoderar-se da empresa. Para complicar ainda mais a situação, Jo opta por apoiar Zack, com o objetivo de ocupar o cargo de Brad.
Existem momentos épicos que incluem o inevitável David Brittlesbee mas os meus episódios preferidos são sem dúvida os que envolvem CW. Ficamos a conhecer a sua história e a forma como ganhou o prémio Nebula, para além de outros factos interessantes que farão todo o sentido nos episódios seguintes.
Vou evitar os spoilers mas convido-vos a assistir ao episódio 7, denominado “Peter”, que é absolutamente fabuloso. Temos igualmente o fecho de ciclo de grande parte da narrativa, que envolve decisões inesperadas e que podem ser interessantes de explorar em termos narrativos.
Pessoalmente, considero esta temporada inferior à original, embora tenha três episódios fantásticos, que justificam inequivocamente o investimento nesta série. Sem entrar em detalhes, não existe confirmação de uma terceira temporada mas a realidade é que o desfecho do episódio final pode significar o fecho de ciclo da história de Mythic Quest.
Hugo Cardoso
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