Invasion T.2

A segunda temporada introduz uma realidade distinta, em que a invasão alienígena é uma realidade. A Humanidade tenta desesperadamente sobreviver e ripostar, sem grande sucesso. Mitsuki acaba por ser recrutada por Nikhil Kapoo, um milionário que está ao serviço do Governo Mundial, oferendo a oportunidade de estudar a nave que se despenhou na Amazónia.

Como tem sido apanágio, vamos igualmente acompanhar as aventuras de Aneesha, Luke e Sara Malik, que tentam escapar ao Governo e à organização conhecida como The Movement, que pretende utilizar a ligação de Luke para com os alienígenas. Trevante consegue regressar á sua família mas não consegue evitar a sua compulsão em descobrir algo que permita derrotar o inimigo. E, por último, teremos o despertar de Casper, que servirá de arco narrativo para a uma saga épica de Jamila, Alfie, Darwin, Monty e a sua irmã.

Reconheço que esta série tem imenso potencial mas a quantidade de sub-narrativas sem aparente ligação acabam por condicionar a experiência global. Sem colocar spoilers, acabamos por ter alguma progressão nos últimos três episódios, que lança uma premissa distinta para a terceira temporada, que promete explorar a realidade alienígena e os seus planos para a Humanidade.

Diria que este projeto pode ser interessante para os fãs do género, mas preparem-se para uma progressão lenta, que tenta explorar a invasão numa perspectiva global, focada em quatro sub-narrativas. Existem muitas ideias e conceitos inspirados em clássicos como Heroes, Babel, Independence Day, War of The Worlds e até Stranger Things.

Invasion T.1

A Apple+ tem primado por séries de qualidade e Invasion é mais uma excelente opção. Esta primeira temporada introduz uma invasão alienígena, que iremos acompanhar pela perspectiva de quatro grupos aleatórios.

O primeiro episódio conta com a participação de Sam Neill, no papel de um Xerife, dando início a uma reacção em cadeia que culmina com a chegada de umas estranhas criaturas, que representam a infantaria invasora.

O desenvolvimento de personagens é fundamental, tocando em temas profundos como a infidelidade, bullying e crenças religiosas e sociais. A perspectiva de como a Humanidade lidaria com uma ameaça desta escala é muito interessante, resultando em episódios que combinam ação com narrativa.

Destaco igualmente a narrativa inerente á estação espacial japonesa, que será relevante para o desfecho desta primeira temporada, lançando igualmente a premissa para o que irá ocorrer na seguinte.

Se procuram algo dentro do género de ficção científica, mas sem a típica abordagem de Hollywood, este é um projecto a considerar. Estou francamente entusiasmado para os episódios que se seguem.

iPhone 16e

Quando se permanece no ecossistema  tanto tempo quanto eu, cria-se uma dependência que é virtualmente inultrapassável . Dito isto, o meu iPhone 11 estava a atingir o seu tempo de vida útil, pelo que era urgente decidir.

Tinha perfeitamente consciência que o meu orçamento me impediria de considerar o iPhone 17, pelo que optei pelo “patinho feio” da gama 16. Para vos enquadrar, convém salientar que adquiri este modelo em julho deste ano, aproveitando uma promoção que existiu numa das principais loja de electrodomésticos do país.

Fiz a habitual pesquisa e, com base nos rumores, foi simples eliminar o iPhone 17. A questão seguinte passava por investir num iPhone 16 Pro ou fazer um downgrade, que me permitiria permanecer no ecossistema, utilizar o Apple Intelligence e garantir que os próximos avanços ainda seriam compatíveis, graças ao chip A18.

Como podem facilmente constatar pelo título do artigo, a decisão passou pelo iPhone, sendo que as minhas impressões atuais refletem vários meses de utilização. De uma forma simples, vou começar por enumerar os principais contras deste modelo:

Ausência de sensor de estabilização na câmara

Ausência de segunda câmara, para fotos com modo macro

Ausência de Wifi 7

Não compatível com Magsafe

Se estas funções não são relevantes para o vosso uso, como é o meu caso, diria que esta é uma solução a considerar. A autonomia de bateria é assinalável, durando cerca de dois dias, na minha experiência. Os 48 mega pixels da câmara são mais do que suficientes e a qualidade de gravação em 4K a 60fps é suficiente para as minhas necessidades.

O écran é um Super Retina XDR (OLED), com 460ppi e os 8GB de memória RAM conseguem facilmente lidar com o que utilizo diariamente a nível de apps. Volto a frisar que o meu perfil de utilização é diferente do vosso mas, caso pretendam um modelo recente, que vos permita acesso à maior parte das funcionalidades, sem destruir o vosso orçamento, esta é uma boa escolha.

Como habitualmente, caso tenham questões ou pretendam iniciar um debate de ideias, utilizem a caixa de comentários abaixo.