E foi num ápice que o Natal passou, com toda as suas virtudes e defeitos, à semelhança de tudo o resto. Vou deixar de parte algumas das considerações menos positivas e focar-me no que realmente importa nesta data: a família e amigos. Com o ciclo natural da vida, este período começa a sofrer alterações no que diz respeito a ausências e novas presenças mas para mim, o fundamental é mesmo a interacção e os momentos únicos que partilhamos em conjunto.
Como bom português, sou bombardeado com milhares de calorias e constantes alertas para aumentar o peso, algo que se tornou quase numa tradição de Natal. Sem exageros, tive acesso ao cabrito e perú tradicionais, com a inevitável troca de prendas à meia noite de 24 para 25. Confesso que gosto de ver a reacção que as minhas prendas originam, não tanto pelo valor real mas essencialmente pelas memórias que criam.
Seguem-se horas de convívio, com mais bebida e comida, que culminam num dia de Natal passado a ritmo lento, o que sabe muito bem, em contraste com o habitual frenesim do quotidiano. É nessas alturas que relaxo, testando algumas prendas de Natal ou criando mais memórias com a família, algo que se torna indispensável para o meu bem estar.
Espero que tenham tido um Natal feliz, na companhia de quem mais gostam e resta-me partilhar convosco algumas fotos da minha Consoada. HoHoHo e em 2016 há mais 🙂
Hugo Cardoso
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A única coisa que não combina, é a salada de frutas… Isso não tem calorias suficientes para estar numa mesa de natal.Deixo aqui os meus votos de continuação de Boas Festas, de preferência pelo corpo todo, ou então, onde mais gostares. 😀
Grande Remus, espero que o teu Natal tenha sido repleto de belas fotos e calorias. Tens toda a razão em relação à salada de fruta mas confesso que é um dos meus guilty pleasures.
Um grande abraço para ti