A loucura narrativa permanece uma constante nesta temporada, levando-nos a uma batalha épica com Rasputin no primeiro episódio. Um das premissas principais é a libertação de almas assassinas do Inferno, com o objetivo de semear o caos na Terra.
A magia continua a ter um papel fundamental, forçando John Constantine a recorrer a medidas extremas para salvar Ray, que foi possuído por Neron, assim como o resgate da alma de Astra Logue. Adicionalmente, ficamos a descobrir a verdadeira identidade de Charlie e a sua ligação ao Tear do Destino.
Os eventos da temporada anterior impactam igualmente a composição da equipa, com a adição de Behrad Tarazi e uma alteração profunda na personagem de Zari. Ao longo dos episódios, como é apanágio, acontece de tudo um pouco, sem grande preocupação com a qualidade da narrativa. Destaque para um episódio absolutamente fabuloso que envolve uma horda de zombies, assim como arco narrativo que envolve Mick e a sua filha.
Nora Darhk acaba por ter o seu arco de redenção e os últimos episódios colocam as Lendas contra as Fates, entidades dívinas que pretendem controlar e eliminar o livre arbítrio da Humanidade. A temporada termina num impasse, em que o Mundo aparenta ser controlado por Atropos, Lachesis e Clotho.
Hugo Cardoso
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