30O mais recente filme de animação da DC baseia-se na princesa Diana, de Themyscira, mais conhecida por Wonder Woman. Em Bloodlines, um ataque de Parademons cria as condições necessárias para o primeiro encontro entre um mortal e as Amazonas.
Contra a vontade da Rainha Hippolyta, Diana aceita juntar-se a Trevor e alertar a Humanidade para a iminente invasão. Para tal, irá contar com a preciosa ajuda da Dra Julia Kapatelis, a sua filha Vanessa e Etta Candy. Após este enquadramento, a narrativa avança cinco anos, para uma fase em que Diana já se consolidou como heroína e membro da Justice League.
Com o avançar do tempo, Vanessa não lidou bem com a atenção que Diana recebia da sua mãe e aliou-se à Doctor Poison, algo que a vai colocar no centro de um plano maquiavélico para destruir Themyscira.
Seguem-se batalhas épicas com Giganta, Cheetah e uma viagem ao templo de Pasiphaë, que colocará os novos heróis em confronto com um Minotauro. Pelo meio, Vanessa aceita ser cobaia para uma experiência da Doctor Cyber, que a vai transformar na Silver Swan, com a utilização de um vírus cibernético.
A animação está muito bem conseguida e o casting de voz complementa de forma muito positiva este projeto. Adicionalmente, parece-me igualmente importar destacar os pequenos momentos de humor que estão terrivelmente bem conseguidos.
Vou evitar os spoilers em termos de narrativa, embora conclua este artigo com a recomendação de Wonder Woman: Bloodlines.
Hugo Cardoso
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