Surpreendentemente, a DC manteve a decisão de lançar este projeto, que introduz Jaime Reyes, um jovem hispânico que vai ser escolhido como receptáculo humano pelo Scarab, um artefacto antigo que sustenta um poder tecnológico inigualável.
O primeiro acto introduz Victoria Kord, CEO da Kord Industries, que recolhe o artefacto numa parte remota da Antárctida. O objetivo é utilizar o código fonte e replicar a tecnologia no projecto OMAC (One Man Army Corps), gerando um valor incalculável de receita para a empresa.
Jenny Kord, a filha do falecido Ted Kord, descobre as intenções da sua madrasta e rouba o Scarab, que fica temporariamente na posse de Jaime Reyes, a seu pedido. Este filme, um pouco à semelhança do primeiro Shazam, tem uma componente de humor, que é bem complementada pelos diversos elementos da família, com destaque para Rudy Reyes.
Temos diversos momentos de ação, em que Blue Beetle defronta Ignacio Carapax, que tem o fato OMAC original, o que lhe permite medir força com o nosso herói. Adicionalmente, vamos conhecer a identidade do primeiro Blue Beetle, numa excelente referência aos comics dos anos 40.
Como habitualmente, vou evitar os spoilers, mas diria que este filme garante entretenimento, embora nunca atinja uma patamar muito elevado. Gosto da componente familiar que rodeia o filme, assim como a introdução da tecnologia do Blue Beetle original, que, à semelhança de Batman, não tinha qualquer super-poder.
Existem duas cenas pós-créditos, que lançariam uma potencial sequela, algo que dificilmente irá ocorrer, face aos resultados de bilheteira deste filme.
Hugo Cardoso
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