Fender GoT

Parece que foi ontem mas a realidade é que a série Game of Thrones terminou em maio de 2019. Por puro acaso, encontrei este vídeo na minha feed de sugestões e fiquei maravilhado.

Essencialmente, a Fender reuniu uma série de guitarristas icónicos (Tom Morello, Scott Ian, Nuno Bettencourt e Brad Paisley) e Ramin Djawadi, o compositor da série, para este mashup de proporções ÉPICAS.

Lisbon Film Orchestra 2026

Diria que este concerto se tem convertido numa espécie de tradição, para celebrar a entrada do novo ano. Este foi o terceiro ano em que a LFO levou para a MEO Arena o seu espectáculo musical, que combina orquestra, coro e dança com algumas das bandas sonoras mais icónicas de sempre.

Este ano fomos presenteados com os inevitáveis medleys de Star Wars, Back to The Future e James Bond, mas foram as novas adições, tais como Merry Christmas, Mr. Lawrence, Bohemian Rhapsody, Moulin Rouge e versão portuguesa de Moana 2 e o Príncipe do Egipto que fizeram as maravilhas de muitos dos presentes.

É de saudar o esforço realizado para abranger os diversos público alvo, que foi notório na inclusão do tema do filme KPop Demon Hunters, que tanto sucesso tem alcançado com os jovens. O espectáculo teve sensivelmente duas e quinze minutos de duração, com um intervalo. O final ficou reservado para uma sessão de karaoke ao som de Bohemian Rhapsody, que foi francamente divertido.

A LFO tem vários espectáculos planeados e espero que, em 2027, possa estar novamente presente para assistir a este verdadeiro choque musical de gerações.

Até lá… muito obrigado, Maestro Nuno de Sá!

FiiO DM13 BT

A minha adolescência foi passada a idolatrar bandas de grunge, os Smashing Pumpkins e a descobrir bandas como os Queen, ACDC, Pink Floyd e K’s Choice. Uma das ferramentas utilizadas foi um leitor de CD, mais especificamente o D-171, em verde.

Um pouco mais tarde, consegui comprar uma aparelhagem de boa qualidade e esse equipamento caiu no esquecimento. Com o avançar da tecnologia, consegui adquirir um iPod e, mais tarde, todos passámos a utilizar serviços de streaming, como o Spotify ou o Tidal.

Atualmente, temos grande parte da nossa biblioteca na nuvem, ao alcance do nosso telemóvel, mas a realidade é que continuo a ser um adepto do analógico. Há cerca de três meses, resolvi investir no DM13BT, da Fiio, que me permite ouvir, de forma portátil, alguns dos meus álbuns preferidos.

Em primeiro lugar, começo por esclarecer que guardei uma boa parte da minha coleção de CD, que continuo a utilizar religiosamente, sempre que possível. Honestamente, a componente nostálgica teve uma importância considerável na decisão, mas a realidade é que prefiro a fidelidade audio deste equipamento, que incorpora a tecnologia atual, com uma aparência retro.

Display LCD

DAC CS43198 incorporado

Compatibilidade com headphones de 3.5 e 4.4 mm

Compatibilidade com CD ripping e gravação para flash drive

Saída óptica e coaxial

Saída USB e SPDIF

Bluetooth 5.4

Chassis de metal

Proteção para Skip de CD

A bateria incluída é de 3750mAh, com 3.8V, garantindo aproximadamente 10 horas de autonomia, o que é francamente interessante. A qualidade de construção é outro dos pontos positivos, incluíndo um chassis de metal, que aparenta ser bastante duradouro.

No entanto e, à semelhança de qualquer outro produto, tem prós e contras. Apesar da sua inegável relação qualidade/preço, este produto é direcionado para quem gosta de uma experiência mais refinada em termos de som, sem entrar nos valores proibitivos, reservados aos audiófilos.

Se procuram um leitor de qualidade, que vos permita reutilizar os vossos CD de audio, esta é, sem dúvida, uma das melhores opções disponíveis no mercado, abaixo da faixa dos 200 euros.

Como sempre, caso tenham dúvidas ou questões, encorajo-vos a utilizar a caixa de comentários.