Mellon Collie and the Infinite Sadness

Como já repeti em diversas ocasiões sou um fã confesso dos Smashing Pumpkins e é com natural alegria que recebi a notícia da sua reunião. Como homenagem, resolvi colocar este momento único em que Corgan abre as portas da sua casa e desvenda um pouco do que seria a introdução do ábum Mellon Collie and the Infinite Sadness, lançado em 1995.

Esqueçam a indumentária de Billy e concentrem-se na música. Quanto ao álbum, foi repartido em 2 estados: Dawn to Dusk e Twilight to Starlight, que agrupavam sonoridades distintas e viria a vender milhões, estando na lista dos melhores 500 álbuns de sempre.

Mas chega de conversa, contemplem a versão caseira… é uma raridade que podem encontrar num DVD intitulado “666 sessions”.

Referendo

Era inevitável colocar este post. Não é por acaso que apenas hoje resolvi passar esta mensagem que apela essencialmente ao voto. A campanha foi uma autêntica vergonha, com os defensores de ambas as partes a trocarem acusações. O objectivo seria elucidar a opinião pública, mas como poderiam tais pessoas fazê-lo imparcialmente? Admito que é difícil, sobretudo num país essencialmente católico.

Sinceramente, o grande erro da campanha está na própria mensagem, o referendo não visa o aborto mas sim dar a opção de escolha. Todos temos consciência de que não vão acabar os abortos clandestinos, na maioria dos casos nem é uma questão financeira mas sim de vergonha e medo da exclusão da sociedade.

Confesso que tenho grande dificuldade em ouvir os católicos radicais, ameaçando com a excomungação e o direito à vida. Será assim tão dificil compreender que em certos casos a IVG é a escolha acertada? Não estamos a falar em reduzir a taxa de natalidade mas sim dar um pouco de dignidade a quem tem de passar por tão terrível processo. Não será a escolha em si “castigo” suficiente?

Tenhamos bom senso e amanhã votem em consciência mas dirijam-se ás urnas. Eu votarei SIM.