Ou como era conhecido em Portugal: Conde Patrácula.
Saliento que a dobragem era excelente, o que tornava ainda melhor esta série.
Ou como era conhecido em Portugal: Conde Patrácula.
Saliento que a dobragem era excelente, o que tornava ainda melhor esta série.
Estou francamente entusiasmado com o lançamento destas 5 aventuras de Marty McFly e Doc Brown. Podemos não ter direito a reboot da saga, mas este jogo promete. O site oficial ainda se encontra bastante incompleto, mas estão confirmadas as plataformas disponíveis, das quais realço o iPad.
Estou à beira de um nerdgasm! 😉
Nesta fase, os filmes de animação são como o bolo-rei: vendem como se não houvesse amanhã. Desta vez, chega ás salas de cinema Megamind, um vilão convencional que tenta a todo o custo conquistar a cidade de Metro City e vencer o seu rival Metro Man (Superman ripoff anyone?).
Um dos seus planos maquiavélicos resulta na destruição do seu inimigo, deixando a cidade à sua mercê, mas o nosso vilão vai aprender da pior forma que não é suposto os maus vencerem. O facto de não existir um desafio ou adversário à altura faz com que Megamind sinta a necessidade de criar um superherói para realizar novas batalhas, mas o seu plano não vai correr da melhor forma.
Paralelamente, o vilão tenta conquistar Roxanne Ritchi, a repórter local, o que vai originar uma grande transformação no vilão mais perigoso de Metro City. Mais uma vez o 3D presente no filme é mínimo, embora a qualidade da animação seja excelente. As vozes utilizadas incluem nomes como Will Ferrell, Brad Pitt, Tina Fey, Jonah Hill e Ben Stiller e o enredo é interessante, embora recheado de clichés.
Pessoalmente, gostei mais de Despicable Me , mas sugiro uma ida ao cinema para acompanharem a aventura de Megamind.