Fairy Tail vs One Piece

Os meus amigos do Poki estão de volta com mais um título de qualidade. Desta vez, a escolha recaiu em Fairy Tail vs One Piece, um mashup de duas mangas de sucesso. Este jogo assenta numa lógica de beat´em up, com três modos disponíveis: Arcade, Vs Com e 2 Players. Pessoalmente, prefiro o Arcade, em que seleccionamos uma personagem e tentamos ultrapassar os sucessivos obstáculos que nos são colocados. Caso prefiram o desafio de lutar contra o CPU ou um amigo, os restantes modos garantem diversão.

A jogabilidade é interessante, com os comandos a responderem de forma rápida e fluida. Temos igualmente vinte e três personagens disponíveis, o que aumenta a longevidade deste título, que apresenta uma lista assinalável de combos e special moves.

Para quem desconhece o Universo Fairy Tail, saliento de forma resumida que se trata de uma manga escrita por Hiro Mashima, entre 2006 e 2016, e que conta com 54 volumes, que narram as aventuras de Lucy Heartfilia, uma feiticeira que se associa a Natsu Dragneel, na tentativa de encontrar o dragão Igneel.

Relativamente a One Piece, o responsável pela ilustração e escrita é Eiichiro Oda, que conta as aventuras de Monkey D. Luffy, um jovem cujo corpo assimilou as propriedades da borracha e que resolve navegar pelos Sete Mares, em busca de um tesouro (One Piece), que lhe permitirá adquirir o estatuto de Reis dos Piratas.

Ambas as mangas tiveram inúmeros spin-offs, adaptações, videojogos e animes, sendo dois exemplos de popularidade na Ásia e Estados Unidos, sobretudo. Como tal, recomendo aos fãs da saga que testem e experimentem este título, que recordo, é totalmente gratuito.

Como sempre, gostaria de obter o vosso feedback acerca deste jogo. Concordam com a análise ou têm alguns pontos de melhoria a assinalar?

Blade – The Series

O filme original de Blade é sem dúvida marcante e embora tenha culminado com duas sequelas de qualidade duvidosa, merece sem dúvida ter continuidade. Essa herança ficou nas mãos da Spike TV, que tiveram uma abordagem arriscada, fazendo um casting 100% novo e focando a narrativa na Casa de Chthon e nos Pure Breed (aqueles que nascem vampiros). Podia ficar a dissertar acerca deste tópico e debater como pode um ser morto nascer… mas essa seria uma dissertação irrelevante para este artigo.

A acção decorre em Detroit, terra natal de Blade e tem como base a morte de Zack Starr, que vai desencadear uma série de eventos, que culminam com a sua irmâ Krista a ser transformada, com o objetivo específico de recolher informação para fornecer ao nosso herói. A cronologia segue os eventos imediatamente a seguir a Blade Trinity, confirmando-se que escaparam 12 Casas de Vampiros (para quem viu o filme, Blade utiliza a DayStar, uma arma biológica específica para vampiros).

Com a ajuda do seu novo sidekick Shen, dá-se início à batalha, que tem as suas vitórias e derrotas. A narrativa tenta focar-se no desenvolvimento das personagens, o que se torna complexo quando apenas existem 12 episódios. Para quem não sabe, a série acabou por ser cancelada devido ás audiências e termina com um gigantesco cliffhanger, o que é sempre penoso.

Não estamos perante algo fantástico ou que acrescente muito ao universo da Marvel mas tem alguma qualidade e consegue manter o interesse. Não simpatizo particularmente com a escolha para Blade, embora tenha no global, um papel competente. Se tiverem possibilidade de ver esta série e são fãs do DayWalker recomendo que a visionem.  Para os restantes, sugiro que foquem a atenção noutros projectos que irei abordar futuramente.

Slain Ep.1

Está na altura de iniciar uma série baseada no mais recente título da WolfBrewGames. Vão certamente identificar o feel MetroidVania e apreciar a banda sonora épica, no entanto, este título apresenta ainda algumas limitações nas opções e algum lag para quem utiliza o teclado, algo que será brevemente resolvido pelos developers.

Mas como podem facilmente verificar,  Slain é bastante divertido e vai certamente proporcionar horas de diversão. Que se dê início à aventura!