Fate/Apocrypha T.2

A segunda temporada tem um início épico, com alianças inesperadas e um vencedor na Guerra do Graal. Sieg continua a surpreender mas os esforços da Facção Vermelha parecem ser insuficientes, face ao poderio de Shirou e da sua aliada Semiramis.

A derradeira batalha vai ocorrer na fortaleza criada precisamente por Semiramis, onde serão desvendados alguns segredos acerca de Astolfo, Mordred e Chiron, que serão fundamentais para o desfecho da série.

Shirou pretende a Paz absoluta, mas o seu desejo implicará um enorme sacrifício, privando a Humanidade da necessária evolução para atingir esse estado. É precisamente nesta temporada que temos as batalhas mais épicas, das quais destaco Mordred vs Semiramis, Shakespeare vs Joanne D´Arc e Shirou vs Sieg.

Por razões óbvias, vou evitar spoilers sobre o final, mas recomendo que invistam tempo em Fate/Apocrypha. Estamos perante um enredo muito interessante, repleto de mistério mas em que as personagens apresentam motivações reais e com as quais nos conseguimos identificar.

E o final acaba por ter alguma carga emocional, precisamente porque representa o melhor da Humanidade.

Fate/Apocrypha T.1

Esta série tem como premissa a Guerra do Santo Graal, em que duas facções comandam guerreiros épicos do Passado (Servos), com o intuito de vencer e reclamar o artefacto, de forma a satisfazer os seus desejos pessoais.

Na primera temporada, vamos ficar a conhecer os mestres da Facção Preta, que pertencem à família Yggdmillennia, assim como da Facção Vermelha, que representa a Clock Tower e a Igreja, com as escolhas de Kairi Sisigou e Shirou Kotomine.

Ao longo dos vários episódios, vamos conhecendo as motivações e os limites de cada um dos membros, que contam com poderosos guerreiros de ambos os lados. Existem batalhas épicas, com mortes inesperadas, assim como um herói improvável: Sieg, um homúnculo criado pelos Yggdmillennia, que se irá revoltar e ter um papel fundamental no desfecho da Guerra (sem spoilers)

Destaque igualmente para a presença de Jeanne D´Arc, que tem o papel de Ruler, lutando pelo cumprimento das regras da “competição”. A primeira temporada é francamente interessante e termina com o habitual cliff-hanger.

A animação está muito bem conseguida e as cenas de acção combinam coreografia digna de registo com enredo, conferindo uma ligação emocional para com as personagens.