Guardians of the Galaxy T.1

A equipa composta por Star-Lord, Drax, Rocket e Groot obtém um estranho artefacto, denominado Spartaxian Cryptocube, cujas propriedades únicas irão colocar os Guardiões da Galáxia na mira de Ronan,  Korath e Nebula.

Esta primeira temporada aborda a relação disfuncional da equipa, com muita comédia e a história de origem de Peter Quill. O Cryptocube contém um mapa, que segue o percurso da Cosmic Seed, uma arma capaz de criar e moldar o Universo à medida do seu portador.

Quill e a equipa tomam a decisão de localizar e destruir a Cosmic Seed, algo que os colocará em confronto direto com inúmeros inimigos, sendo Thanos o seu expoente máximo.

Ao longo desta aventura, os nossos heróis forjam alianças com os InHumans, Thor e Captain Victoria, da Guarda Real de Spartax. Sem divulgar detalhes importantes, Star-Lord conhece finalmente o seu Pai e vê-se envolvido numa conspiração intergaláctica, que pode resultar numa guerra com Asgard.

O enredo é envolvente e o casting de voz é mais uma vez, excelente, com destaque para a participação de Jonathan Frakes, no papel de J´Son.

Existem inúmeras aparições nesta primeira temporada, mas diria que The Collector, The GrandMaster, Maximus, Loki e Yondu são os vilões mais recorrentes e que irão testar a resiliência da equipa.

Caso tenham acesso ao serviço de streaming da Disney, esta é, sem dúvida, uma série a acompanhar com atenção.

Cosmic Ghost Rider: Baby Thanos Must Die

Este arco narrativo contém os cinco volumes iniciais de Thanos Legacy e apresenta-nos um Frank Castle consumido pela dor. O facto de ter sido recompensado com uma estadia em Valhalla não  fez qualquer diferença nas suas convicções, o que leva a uma decisão inesperada de Odin.

Essencialmente, o All Father propõe devolver os poderes de Ghost Rider a Frank, colocando-o em qualquer momento da História à sua escolha. A escolha recai em Titan, numa era em que Thanos é ainda uma criança, no sentido de alterar drasticamente o seu futuro. Após utilizar o Penance Stare na criança e confirmar a inexistência de pecados, Frank torna-se no mentor de Thanos, levando-o para Markus-Centauri, um planeta que à primeira vista aparenta não ter qualquer significado.

Após uma sequência hilariante num bar, um velho conhecido chega ao planeta, no sentido de o consumir. Segue-me um diálogo épico entre Ghost Rider e Galactus, que resulta na intenção de destruir Thanos, algo que Frank discorda. É nesta altura que somos confrontados com as alterações na linha do tempo, resultantes das escolhas realizadas. Uatu, the Watcher aparece igualmente para testemunhar a “pior decisão do universo”, algo que nos é revelado algumas páginas mais tarde.

Uma versão alternativa dos Guardiões da Galáxia viaja no tempo para eliminar Thanos, o que origina uma batalha colossal, com a  vitória de Cosmic Ghost Rider. E com base no resultado desta batalha, é criada uma nova versão de Thanos, que surge com o traje típico de Punisher, num dos momentos altos do livro.

O acto final desta narrativa mostra-nos o futuro criado por Thanos, que permanece um  ditador. Ficamos igualmente a saber que Frank Castle foi assassinado por Thanos, precisamente por discordar das suas ações. E é nesta altura que temos a batalha final entre “Pai” e “Filho”, que culmina com a derrota do Mad Titan.

A premissa principal desta narrativa  é a tentativa frustrada de Frank, em redimir-se dos seus pecados, levando à inevitável aceitação de que Thanos será sempre um vilão, independentemente das escolhas realizadas. Baby Thanos Must Die é, na minha opinião, uma história divertida, que pode interessar a fãs de Ghost Rider, assim como aos seguidores mais acérrimos do trabalho de Donny Cates.