Guardians of the Galaxy T.3

A terceira temporada começa com uma viagem à Terra, combinando um episódio em que temos um crossover com Spider-Man, Carnage e Thanos. Após a derrota do Mad Titan, temos alguns episódios focados em Sam Alexander (Nova), que irão explicar a sua origem e o destino do seu Pai, que se encontra desaparecido há anos.

Antes de entrarmos num dos principais arcos narrativos desta temporadas, temos alguns episódios em que vamos acompanhar a vida pós Guardiões da Galáxia. Essencialmente, após a captura de Thanos, a equipa separa-se e opta por gastar os valores da recompensa que recebeu. Existe uma componente humorística elevada, em que assistimos ao esbanjar dos créditos adquiridos, com destaque para Drax e Peter Quill.

A partir do décimo episódio, temos o regresso de The Collector, num plano ambicioso de vingança que envolve Howard the Duck e a Kree Accuser Phyla-Vell.  Os nossos heróis vão ser acusados de roubar um artefacto Kree, acabando por ser aprisionados em Monolith of Justice, que é da responsabilidade da Dra Minerva.

Esta instalação de máxima segurança requer todo o génio de Rocket para elaborar o plano perfeito de fuga. Escusado será dizer que The Collector vai sentir a fúria de Rocket, Groot, Star Lord, Gamora e Drax, numa missão que terá um final inesperado. O artefacto furtado é um gerador de buraco negro, que permite comprimir mundos numa pequena esfera, originando uma improvável cadeia de eventos que força a equipa a utilizar o Black Vortex, um espelho que alberga uma realidade paralela.

Os episódios associados a este arco narrativo são repletos de humor e com várias referências e homenagens a temas específicos. Após uma batalha épica contra a entidade que habita o Black Vortex, a equipa regressa ao seu universo, que mudou consideravelmente. Hala está repleta de referências aos Guardiões e ao seu sacrifício pela segurança da galáxia. No entanto, os nossos heróis rapidamente constatam que algo está diferente, dado que o planeta encontra-se subjugado por um sistema autoritário e controlador da Nova Corps.

Torna-se complicado falar sobre esta temporada sem revelar spoilers narrativos mas existe uma invasão, ao bom estilo Kree, de uma nova raça que também consegue criar clones. Ficamos a saber que esta ameaça já atingiu o Conselho Intergaláctico e Asgard. Thor vê-se forçado a enviar Valkyrie numa missão conjunta com os Guardiões da Galáxia, que terão um papel fundamental nesta batalha contra os poderosos inimigos.

Os derradeiros episódios inserem um grau de dificuldade adicional, mais especificamente o irmão de Odin, The Serpent, que é o verdadeiro responsável por esta invasão. Quando o caos e a destruição tomam conta de Asgard e tudo parece perdido, resta aos Guardiões solicitar apoio junto dos Avengers e estabelecer uma derradeira e improvável aliança com Yondu, Nebula Loki e Thanos . A equipa tem necessidade de confrontar Hela, no reino de Niffleheim e forjar uma vez mais a Dragonfang, uma espada com o poder de derrotar The Serpent e restabelecer o equilíbrio no Universo. 

Confesso que esta é provavelmente a temporada mais divertida, bem complementada por ameaças cósmicas de alto nível. Apesar do sentido de urgência, a equipa continua a lidar de forma humorística com qualquer cenário de destruição, dando sempre a entender que o improviso é efetivamente o plano constante dos Guardiões da Galáxia.

Guardians of the Galaxy T.2

Nada como iniciar a segunda temporada com uma parceria com os Avengers, que tentam anular a ameaça de High Evolutionary. A sinergia entre ambas as equipas culmina em momentos únicos de humor e complementa bem o arco narrativo seguinte.

Thanos é derrotado e a equipa fica na posse de um estranho sarcófago, que é altamente cobiçado por Mantis e os Universal Believers. Sem colocar spoilers, vamos descobrir que uma poderosa entidade, com ligações aos Guardiões, está contido no artefacto.

É igualmente nesta fase que Sam Alexander entra na narrativa, o que complementa alguns dos episódios disponíveis em The Ultimate Spider-Man. Como seria expectável, J’son tem um papel relevante nos eventos, corrompendo e influenciando as decisões dos nossos heróis. Graças à sua intervenção, vamos assistir à criação de Magus, que pretende conquistar o Universo, após ter derrotado os Nova Centurions.

No entanto, o meu arco narrativo preferido é sem dúvida o dos Symbiotes, que infestam o planeta natal de Groot. Apesar da vitória dos Guardiões, esta ameaça irá persistir, levando ao aparecimento de Carnage e Venom no Planeta Terra. Mas essa informação fará parte da terceira temporada, cujo artigo será partilhado futuramente.

Guardians of the Galaxy T.1

A equipa composta por Star-Lord, Drax, Rocket e Groot obtém um estranho artefacto, denominado Spartaxian Cryptocube, cujas propriedades únicas irão colocar os Guardiões da Galáxia na mira de Ronan,  Korath e Nebula.

Esta primeira temporada aborda a relação disfuncional da equipa, com muita comédia e a história de origem de Peter Quill. O Cryptocube contém um mapa, que segue o percurso da Cosmic Seed, uma arma capaz de criar e moldar o Universo à medida do seu portador.

Quill e a equipa tomam a decisão de localizar e destruir a Cosmic Seed, algo que os colocará em confronto direto com inúmeros inimigos, sendo Thanos o seu expoente máximo.

Ao longo desta aventura, os nossos heróis forjam alianças com os InHumans, Thor e Captain Victoria, da Guarda Real de Spartax. Sem divulgar detalhes importantes, Star-Lord conhece finalmente o seu Pai e vê-se envolvido numa conspiração intergaláctica, que pode resultar numa guerra com Asgard.

O enredo é envolvente e o casting de voz é mais uma vez, excelente, com destaque para a participação de Jonathan Frakes, no papel de J´Son.

Existem inúmeras aparições nesta primeira temporada, mas diria que The Collector, The GrandMaster, Maximus, Loki e Yondu são os vilões mais recorrentes e que irão testar a resiliência da equipa.

Caso tenham acesso ao serviço de streaming da Disney, esta é, sem dúvida, uma série a acompanhar com atenção.