Agents of S.H.I.E.L.D. T.3

Começo por salientar que esta é a minha temporada preferida da série, em muito pela adição dos inHumans à narrativa. Inicialmente, estava relutante, dado que Grant Ward se mantinha como vilão principal, pela segunda temporada consecutiva mas a realidade é que funcionou.

Hive foi uma extraordinária lufada de ar fresco, trazendo algo diferente e que faltou nas duas temporadas anteriores. Dito isto, nem tudo foi perfeito, sobretudo com as saídas que se verificaram (sem spoilers), que retiraram alguma dinâmica à equipa. Sinceramente, esta terceira temporada fica marcada por essas alterações, mas a realidade é que a acção melhorou substancialmente nos últimos dez episódios, terminando de forma satisfatória, embora com várias pontas soltas.

Digno de realce é a história que envolve Gideon Malick e Ward, a ascensão ao poder de Hive e a utilização de inHumans como Giyera, Lash e Lincoln ,que acabam por ter um papel importante no desfecho final.

Fico a aguardar com entusiasmo para saber qual o rumo que a quarta temporada vai seguir, nomeadamente para confirmar quem serão os vilões e se teremos novamente anti-heróis na narrativa. Gostaria imenso de ver o regresso de Elena Yo-Yo Rodriguez, assim como de Radcliffe, que se revelaram duas excelentes adições. Poderá Daisy ser a vilã da nova temporada? Quem é o novo Director da SHIELD? Continuaremos a ter inHumans na equipa?

Todas estas questões são pertinentes e terão respostas brevemente, com o regresso de Coulson e Companhia. Até lá, resta-nos esperar pacientemente. (Tic Tac, Tic Tac)

Ho Ho Ho, Feliz Natal 2016

Este ano passou (uma vez mais) a um ritmo frenético, estando novamente na altura do Natal. Aproveito apenas para vos desejar Boas Festas e que passem um fim de semana extraordinário, na companhia de família e amigos.

Comam e bebam com moderação, partilhem histórias e acima de tudo, sem felizes. Este espaço retomará a sua “programação” habitual, no dia de amanhã, com um artigo acerca da série Marvel, Agents of Shield.

Podem acompanhar parte do meu dia através do Twitter e Instagram, que será actualizado periodicamente.

E agora, venham de lá os sonhos e as rabanadas!

Jogos Épicos Ep.10

A minha infância está repleta de grandes memórias, sendo que o Spectrum fica inquestionavelmente associado a uma quota parte significativa. Por esse motivo, resolvi criar uma nova série no blog, em que vou abordar alguns dos jogos que marcaram esse período.

É mais do que justo começar por Bomb Jack, um dos melhores jogos de plataformas para a (vasta) biblioteca do ZX Spectrum. Jack é um herói, que tem como missão resgatar 24 marcos turísticos (Esfinge, Acrópole, Pirâmides, etc) da destruição total. Para tal, utiliza os seus poderes, que lhe permitem voar e desarmar os engenhos explosivos. Acreditem que na altura, esta premissa era verdadeiramente épica! 🙂

O grau de dificuldade é crescente e no global, o desafio é bastante aceitável, tornando este título num dos meus preferidos. De salientar que este jogo foi desenvolvido pela Tehkan, que mais tarde se transformaria na Tecmo (NES FTW) no longínquo ano de 1984.

Nunca tive o privilégio de jogar a versão de arcade (para os mais jovens, os antigos salões de jogos) mas pude gastar o teclado do meu 128k alguns anos mais tarde. A versão para Spectrum foi lançada em 1986 e foi um vício constante, na companhia de amigos.

Confesso que apesar de ter gostado da sequela, o meu louvor fica sobretudo para a aventura inicial. Está longe de ser um conceito inovador ou que tenha marcado a indústria dos videojogos, mas tem um lugar especial na minha lista de memórias.