Into the Badlands T.3

No final da temporada anterior, Bajie consegue enviar o sinal para Azra, o que vai revelar-se um erro de proporções gigantescas. Em termos cronológicos, passaram seis meses desde o regresso de Sunny ás Badlands e a guerra entre The Widow e Chau continua a fustigar a população, originando um êxodo massivo de refugiados.

Descobrimos que Henry possui o Dom, o que coloca em causa a sua sobrevivência. Sunny recruta novamente a ajuda de Bajie, que sugere localizar a sua antiga mentora, Ankara. O vilão desta temporada é The Pilgrim, um ex-cidadão de Azra, que possui a habilidade de controlar o Dom e pretende conquistar as Badlands. A sua introdução ocorre no meio de uma batalha sangrenta, em que dois dos seus seguidores dizimam um batalhão de clippers da Baronessa Chau.

Para complicar ainda mais a situação, The Widow recruta Moon para regente, com o incentivo de eliminar Sunny e repor a sua honra. Apesar de ser um fã deste universo, esta terceira temporada é uma verdadeira loucura narrativa, com a introdução de várias personagens interessantes e da ordem Black Lótus, que acabam por ser pouco desenvolvidas. Adicionalmente, o mistério da origem do Dom acaba por ser vulgarizado, sobretudo a partir do momento em que Pilgrim consegue localizar uma câmara anciã que permite atribuir os poderes a qualquer humano.

A grande premissa acaba por ser a união de fações antagonistas, com o objetivo de derrotar o inimigo comum, Pilgrim, que pretende destruir as Badlands. Teremos batalhas épicas, das quais destaco a luta entre a Mestre e Pilgrim, a invasão ao quartel general de The Widow e o derradeiro embate entre Sunny e Pilgrim, com a ajuda de Bajie e Kannin.

Teremos igualmente a morte de algumas personagens relevantes, que lançariam a quarta temporada, que acabou por ser cancelada. Sinceramente, compreendo o motivo para essa decisão, pelos motivos acima expostos. Seria interessante ter uma temporada final, para encerrar esta aventura e desenvolver os verdadeiros motivos para o desaparecimento de Azra, assim como a importância de Sunny como The Catalyst.

Dito isto, para quem acompanha Into the Badlands desde o início esta é claramente uma temporada para acompanhar. Para os restantes, diria que pode ser algo difícil de visualizar, sobretudo nos primeiros oito episódios.

Tweeterhead Superman 1/6

A cada mês que passa fico mais próximo de alcançar a minha visão. Dito isto, a mais recente adição foi o inevitável Kal-El, mais conhecido por Super-Homem.

A escolha recaiu novamente na Tweeterhead, que continua a brilhar com a sua linha 2.0. Apesar da escala 1/6, estamos perante uma estátua com 54 cm de altura e uma presença assinalável.

No que diz respeito à experiência de unboxing, nada de negativo a assinalar. Estamos perante uma art box simples, mas icónica, em que a estátua é o ponto central. Os tons utilizados para o vermelho e azul são adequados, dando vida ás duas cabeças que acompanham esta versão. Diria que a minha única crítica vai para a pintura da zona do cinto, que poderia estar mais bem conseguida.

Como habitualmente, partilho uma galeria de fotos, em que partilho a minha experiência. No global, estou muito satisfeito com esta peça, que complementa a minha linha da Tweeterhead.

Ficam a faltar três estátuas, que entrarão no QG do Portal Pessoal nos próximos nove meses. Fiquem atentos! 🙂

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Guardians of the Galaxy: Legacy

Este livro incorpora os seis primeiros capítulos desta aventura, que decorre após os eventos da saga cósmica Annihilation Conquest. Sem partilhar spoilers, posso adiantar que Gamora e Starlord pretendem redimir-se das suas ações, o que leva à formação da equipa.

A premissa principal reside na necessidade de reparar as fracturas temporais, que estão a semear a destruição em vários mundos. A base de operações permanece em Knowhere, tendo Cosmo como chefe de segurança. A equipa é liderada por Peter Quill, que conta com Adam Warlock, Drax, Gamora, Phyla-Vell, Rocket e Groot. Adicionalmente, Mantis é uma espécie de terapeuta da equipa, permanecendo ausente das missões de campo.

A disfuncionalidade da equipa é uma constante, o que condiciona a eficácia operacional. Existe igualmente um segredo que é do conhecimento de Mantis e Starlord, que irá colocar em causa a manutenção dos Guardiões da Galáxia. No que diz respeito a supostos vilões, temos a introdução de StarHawk e o regresso da Universal Church of Truth, que tem em Matriarch uma das suas figuras principais.

Numa das missões, a equipa vai encontrar Major Victory, que se encontra congelado numa cena de batalha, com o escudo do Capitão America. A sua amnésia impede a equipa de obter todos os pormenores, mas é confirmado que é proveniente do futuro, algo que será relevante para os eventos que irão ocorrer em Knowhere.

A arte de Paul Pelletier é fantástica e a narrativa criada por Dan Abnett e Andy Lanning é contagiante, resultando num leitura rápida e repleta de emoção. Estes eventos irão levar-nos a uma conspiração, que envolve os Kree e que coloca os Guardiões da Galáxia num embate direto com Gorani e Cynosure.

Tenho por hábito não partilhar spoilers, mas posso adiantar que o caminho escolhido vai levar inevitavelmente ao aparecimento de Magus. Por último, apenas destacar que nem tudo aparenta ser tão linear quanto parece, sobretudo no que diz respeito aos supostos heróis e vilões que vão sendo introduzidos.