And the winner is…

Graças a esta participação do Remus, o blog recebeu o seu comentário 500. É um feito importante, que justifica este post. Quanto a prémio, podemos sempre tentar um kit de sócio do SLB, mas parece-me que o meu convidado não irá nessa (eheheh).

Espero que continuem a participar e cá estaremos para o comentário mil, em que provavelmente vou dar uma torradeira ou algo parecido, bem ao estilo de um programa de TV rasco! Um bem haja a todos… 😉

OpenCola – receita

Provavelmente é uma das bebidas mais requisitadas do mundo e como em tudo na vida, tem as suas virtudes e defeitos. Mas deixemos uma receita open source da mistela 😉

O Xarope

  • 3,50 ml óleo de laranja.
  • 1,00 ml óleo de limão.
  • 1,00 ml óleo de noz moscada.
  • 1,25 ml óleo de canela em pau.
  • 0,25 ml óleo de coentro.
  • 0,25 ml óleo de laranja-amarga.
  • 2,75 ml óleo de lima.
  • 0,25 ml óleo de lavanda
  • 10,0 g goma arábica
  • 3,00 ml água

O Concentrado

  • 2 colheres de sopa de xarope (vide acima).
  • 3,5 colheres de sopa de ácido fosfórico ou cítrico a 75%.
  • 2,28 l água
  • 2,36 kg acúcar cristal
  • 0,50 colheres de sopa de cafeína (opcional, use com cuidado).
  • 30 ml corante de caramelo.

Preparação:

  1. Misturar todos os óleos.
  2. Adicionar goma arábica e misturar.
  3. Adicionar a água e misturar bem. Neste passo, um batedor manual ou um liquidificador pode ser útil.
  4. O xarope pode ser feito com antecedência. Colocar num frasco de vidro fechado, e guardar no refrigerador ou a temperatura ambiente.
  5. O óleo e a água irão se separar quando o xarope estiver guardado. Misture novamente quando for utilizar.

A não esquecer:

  1. Misture 5ml do xarope com o ácido.
  2. Adicione a água, o açúcar, e a cafeína se for utilizar..
  3. Tenha a certeza de que a cafeína está totalmente dissolvida antes de continuar.
  4. Adicione corante de caramelo e misture bem.

Para concluir:

  1. Misture o concentrado com água na proporção de 1 parte de concentrado para cinco de água.
  2. Adicione o gás. Existem diversas formas de fazer isto:
  • Adicione o gás você mesmo
  • Use água gaseificada diretamente, ao invés de água sem gás.

E voilá, temos uma receita caseira para fazer cola. Os meus agradecimentos ao Wikipedia. 😀

O regresso…

Bem, por motivos vários, este ano optei por fazer turismo rural. O local escolhido foi Pias, que se situa a 14 km de Serpa. Pela primeira vez, não houve praia mas o que perdeu em bronze, foi ganho em descanso. Foram nove dias de absoluto repouso, em que a tarefa mais complicada era escolher o que comer às refeições. Pelo meio, alguns passeios de carro a Serpa, Moura e Alqueva. Estou lentamente a actualizar o fotoblog, pelo que vão poder associar as imagens ao texto. É uma realidade que existia todo o conforto possível (internet, tv cabo, ar condicionado, piscina, etc) mas durante a estadia, procurei apanhar sol e ler a obra de Tolkien que ainda tenho em atraso. As férias coincidiram com as festas da vila, pelo que a paródia foi uma constante, com o fogo de artifício e os habituais entretenimentos.

Foi igualmente uma excelente oportunidade para testar a mais recente aquisição: o Qtek S200. É verdade, numa das minhas visitas ao MediaMarkt deparei-me com uma promoção daquelas a não perder e cá estou com um novo equipamento móvel. Não vale a pena maçar-vos com as especificações, apenas realço a panóplia de aplicações disponíveis e claro o GPS. Está na moda, mas a realidade é que se torna numa ferramenta extremamente útil quando em viagem. Até ao momento estou francamente satisfeito e com um SD de 2 gb esta PDA é uma verdadeira biblioteca móvel.

Claro que as minhas férias, não foram apenas descanso. Finalmente consegui dar uso à camera de filmar e assim que possível vou disponibilizar alguns vídeos. Outra das grandes virtudes foi o facto de o disco externo ser uma mais valia. Nos tempos mortos (noite sobretudo) era soberbo poder ligá-lo e ver umas séries e filmes. Digamos que o meu conceito de turismo rural está um bocado distorcido mas é-me praticamente impossível viver sem tecnologia 😉

Antes de terminar, gostaria de recomendar o restaurante “O Adro”, que para além de ter uma cozinha e atendimento excepcional, é de uma qualidade acima da média. Até sinto água na boca só de relembrar as iguarias que comi por lá. Pode-se igualmente pensar que o turismo rural é caro, pelo menos confesso que tinha essa ideia. Nada mais errado: posso adiantar que por nove dias o valor da estadia é de 300 euros e inclui acesso à piscina e pequeno almoço.

Em suma, recomendo vivamente o turismo rural, com ou sem as modernidades da sociedade actual. É um escape tremendo e uma forma de libertar stress acumulado. É verdade que se ganha uns quilos, mas não é esse o objectivo das férias?

E quarta-feira estou de regresso à labuta! 🙄 Damn!