Hulk and the Agents of S.M.A.S.H. T.1

Ao longo de duas temporadas vamos acompanhar e conhecer em detalhe a dinâmica da equipa SMASH (Supreme Military Agency of Super Humans), que é composta por Hulk, A-Bomb, She-Hulk, Skaar e Red Hulk. Há uma elevada componente humorística, aliada a um cenário de reality show, em que os heróis partilham pontos de vista e estados de humor, com base no que vai ocorrendo ao longo dos episódios.

O vilão é The Leader, que pretende demonstrar que a equipa SMASH é composta por monstros, de forma a ser visto como o salvador da Humanidade. Os dois episódios iniciais lançam a génese da criação da equipa, após um ataque de Annihilus e da sua horda da Negative Zone.

A partir desse momento, a narrativa assenta na necessidade de proteger Vista Verde, a isolada cidade no meio do deserto, que acolheu Hulk após o incidente com a radiação gama. É inevitável o cameo de Stan Lee, que é o Presidente da Câmara, originando algumas interações repletas de humor.

Esta primeira temporada integra aventuras em que os nossos heróis terão de superar adversários como The Collector, Ego The Living Planet, The Frost Giants, The Absorbing Man, Galactus, Doctor Doom, Sauron, The Impossible Man e Abomination. Conforme referido no início deste artigo, a narrativa tenta ser leve, com uma forte componente humorística, o que nem sempre apresenta a melhor solução.

No que diz respeito a parcerias com outros heróis, temos a inclusão do Fantastic Four, Guardians of the Galaxy, Thor, Doctor Strange e Spider-Man, com a devida correlação a Venom.

Pessoalmente, prefiro o tom dos últimos episódios, em que o arco narrativo é mais sério, focando-se na invasão Skrull. Gostei particularmente da inclusão de Deathlok e Super Skrull , assim como a premissa criada para a segunda temporada, que assenta numa aventura cósmica, onde serão recriadas algumas das minhas histórias preferidas da Marvel, no que diz respeito a Hulk.

Para concluir,  realço o ponto mais forte desta série,  com um incrível elenco de vozes, tais como Fred Tatasciore, Seth Green, Eliza Dushku, Clancy Brown e James Arnold Taylor.

Jurassic World Cretaceous T.3

Os nossos jovens heróis tentam encontrar formas inovadoras de sair da Ilha. A abordagem desta terceira temporada consiste em encontrar material para construir uma vela, algo que é rapidamente abandonado após encontrarem o iate de Mitch e Tiff.

Escusado será dizer que a visita a Lookout Point não corre da melhor forma, sendo revelado um novo predador. Pelo meio, vamos conhecer a penthouse da família de Kenji, assim como a relação com o seu Pai, que será fundamental para o desenlace desta temporada.

Para além da ação, há muita carga emocional, sobretudo com a separação de Bumpy e os últimos episódios forçam a equipa a recorrer a medida extremas para resgatar Brooklynn.

No global, gostei do ritmo e direção que esta temporada levou, abrindo uma série de possibilidades com a fuga da Ilha Nublar.

Mythic Quest T.2

A segunda temporada foca-se no desenvolvimento das personagens e na criação da nova expansão do jogo. A rivalidade entre Poppy e Ian atinge o pico, com duas visões completamente opostas e que irão originar momentos hilariantes.

Vamos finalmente assistir à evolução da relação de Rachel e Dana, que optam igualmente por abandonar a empresa e enveredar pela vida universitária. Brad vai ser visitado pelo seu irmão, Zack, que aparenta ter um plano maquiavélico para apoderar-se da empresa. Para complicar ainda mais a situação, Jo opta por apoiar Zack, com o objetivo de ocupar o cargo de Brad.

Existem momentos épicos que incluem o inevitável David Brittlesbee mas os meus episódios preferidos são sem dúvida os que envolvem CW. Ficamos a conhecer a sua história e a forma como ganhou o prémio Nebula, para além de outros factos interessantes que farão todo o sentido nos episódios seguintes.

Vou evitar os spoilers mas convido-vos a assistir ao episódio 7, denominado “Peter”, que é absolutamente fabuloso. Temos igualmente o fecho de ciclo de grande parte da narrativa, que envolve decisões inesperadas e que podem ser interessantes de explorar em termos narrativos.

Pessoalmente, considero esta temporada inferior à original, embora tenha três episódios fantásticos, que  justificam inequivocamente o investimento nesta série. Sem entrar em detalhes, não existe confirmação de uma terceira temporada mas a realidade é que o desfecho do episódio final pode significar o fecho de ciclo da história de Mythic Quest.