Hulk and the Agents of S.M.A.S.H T.2

A primeira metade desta temporada foca-se no universo cósmico, com aparições de Firelord, Null, Ego, The High Evolutionary e Silver Surfer. Os nossos heróis tentam regressar ao Planeta Terra, para limpar o seu nome e responsabilizar The Leader e Abomination pela destruição de Vista Verde.

Pelo meio, temos alguns episódios focados nos Inhumans e um especial de Halloween, que inclui os Howling Commandos (Blade, Monstro de Frankenstein, Man-Thing, N´Kantu e Werewolf by Night), numa batalha épica contra Dormammu. O estilo desta série não é efetivamente para todos, mantendo a lógica de um reality-show, em que os elementos dos S.M.A.S.H quebram com frequência a quarta barreira, para partilhar opiniões ou fazer piadas.

Após o regresso ao nosso planeta, a narrativa foca-se na batalha contra Abomination, que conseguiu o apoio do Governo, para capturar os nossos heróis. Seguem-se alguns episódios dedicados a esta temática, com destruição e humor constante, que culmina numa resolução satisfatória. A equipa depara-se posteriormente com várias ameaças, que envolvem a invasão dos Skrulls, o aparecimento de Maestro e uma aventura mitológica na companhia de Hércules.

O arco narrativo mais interessante, na minha opinião, está reservado ao especial de cinco episódios, em que Hulk persegue The Leader pela linha temporal, na tentativa de manter o futuro intacto. A temporada termina com uma parceria colossal de super-heróis, no sentido de deter The Supreme Intelligence, que pretende destruir o planeta, em retaliação pelo aprisionamento de Ronan, The Accuser.

Hulk and the Agents of S.M.A.S.H é um projeto divertido, que pouco acrescenta ao Universo Marvel mas que nos permite conhecer em detalhe os diversos membros da equipa. Existem vários episódios de qualidade mas, no global, é uma série mediana que recomendo apenas para os fãs de Hulk.

Guardians of the Galaxy T.1

A equipa composta por Star-Lord, Drax, Rocket e Groot obtém um estranho artefacto, denominado Spartaxian Cryptocube, cujas propriedades únicas irão colocar os Guardiões da Galáxia na mira de Ronan,  Korath e Nebula.

Esta primeira temporada aborda a relação disfuncional da equipa, com muita comédia e a história de origem de Peter Quill. O Cryptocube contém um mapa, que segue o percurso da Cosmic Seed, uma arma capaz de criar e moldar o Universo à medida do seu portador.

Quill e a equipa tomam a decisão de localizar e destruir a Cosmic Seed, algo que os colocará em confronto direto com inúmeros inimigos, sendo Thanos o seu expoente máximo.

Ao longo desta aventura, os nossos heróis forjam alianças com os InHumans, Thor e Captain Victoria, da Guarda Real de Spartax. Sem divulgar detalhes importantes, Star-Lord conhece finalmente o seu Pai e vê-se envolvido numa conspiração intergaláctica, que pode resultar numa guerra com Asgard.

O enredo é envolvente e o casting de voz é mais uma vez, excelente, com destaque para a participação de Jonathan Frakes, no papel de J´Son.

Existem inúmeras aparições nesta primeira temporada, mas diria que The Collector, The GrandMaster, Maximus, Loki e Yondu são os vilões mais recorrentes e que irão testar a resiliência da equipa.

Caso tenham acesso ao serviço de streaming da Disney, esta é, sem dúvida, uma série a acompanhar com atenção.

Justice League Action

Jim Krieg, Butch Lukic e Alan Burnett são os responsáveis por mais uma adaptação da Justice League. Ao longo de 52 episódios vamos maioritariamente acompanhar as aventuras de Batman, Super-Homem e Wonder-Woman.

O tom da série é muito leve, com uma componente humorística acentuada. Os episódios têm uma duração de 15 minutos e introduzem uma panóplia de personagens secundárias, tais como Booster Gold, Firestorm, Jonah Hex, Klarion, Big Barda, entre muitos outros.

O casting é de elevado nível, com destaque para Kevin Conroy, Mark Hamill, Jason J. Lewis e Rachel Kimsey. Para além dos principais membros da Justice League, a narrativa incorpora vilões clássicos tais como Atrocitus, The Joker, Darkseid, Lex Luthor e Brainiac.

Salvo raras excepções, não existe ligação entre os episódios, que assentam numa narrativa simples, repleta de ação e com uma pitada de humor, o que converte Justice League Action num projeto diferente e que recomendo para os fãs da DC. Caso pretendam assistir em território nacional, podem fazê-lo através da HBO Go Max.