Astartes

Baseado no universo Warhammer 40,000, um grupo de fãs resolveu criar uma série de mini episódios, em que vamos ser apresentados aos Space Marines, também conhecidos por Adeptus Astartes.

Esta casta militar foi alvo de experiências genéticas e treino rigoroso a nível físico e psicológico, de forma a poder defender a Humanidade dos Chaos Gods. Feito o enquadramento, aproveito para partilhar os cinco videos criados até ao momento, que na minha opinião, estão soberbos e capturam com exactidão o material original.

Caso estejam interessados em acompanhar o projeto, sugiro o Instagram ou o Patreon.

Sem Créditos Ep.1

Ano: 1982 | Publicado por: Williams | Género: Shooter Multi-Direcional

Com a adição da bartop ao Quartel General tenho tido a oportunidade de revisitar e tomar conhecimento de títulos clássicos dos anos 80 que desconhecia.

Essa descoberta levou-me a criar esta série, que vou carinhosamente apelidar de “Sem Créditos”, com o intuito de partilhar convosco jogos épicos que marcaram uma geração nas arcades.

A minha primeira escolha recaiu em Robotron: 2084, que foi desenvolvido por Eugene Jarvis e Larry DeMar, da Vid Kidz. Este jogo foi publicado em 1982, pela Williams Electronics e é basicamente um shoot ´em up 2D, conhecido pela seu ritmo frenético e elevado nível de dificuldade.

Apesar de não ser particularmente relevante nos anos 80, Robotron tinha uma premissa interessante, dado que a narrativa decorre em 2084, num mundo dominado pelos robots e onde os humanos iniciam uma revolta (hum, familiar, certo?). O objetivo é derrotar hordas de máquinas sanguinárias, salvar reféns humanos e acumular o máximo de pontos possível.

Este título retira inspiração de Berzerk e Nineteen Eighty-Four mas foi inovador pela utilização de dois joysticks e a possibilidade de sermos atacados em múltiplas direcções, algo que converteu este jogo num sucesso comercial.

Estamos perante um clássico, que contempla 255 níveis (ou waves) e que ainda hoje é visto como uma das referências do género. Se gostam de jogos terrivelmente dificeis e que podem frustrar-vos, a minha recomendação é que experimentem Robotron 2084

Amazfit Bip

Desde 2018 que tenho utilizado a Mi Band como o meu combo de relógio/fitness tracker diário. Em 2019, realizei o upgrade para a Mi Band 3, que continua, na minha opinião, a ser a melhor solução em termos de qualidade/preço, para valores abaixo dos 40 euros.

Com o lançamento da Mi Band 4, confesso que senti necessidade de dar o passo seguinte mas num orçamento máximo de 60 euros, o que condicionou a decisão.

A linha da Amazfit tem neste momento um portfolio de produtos fantástico, o que me fez considerar inicialmente o Amazfit GTS, que, no entanto, me faria ultrapassar largamente o pressuposto de investimento. Após alguma reflexão, acabei por aproveitar uma promoção e adquiri a Amazfit Bip, a um valor idêntico ao da Mi Band4.

A grande vantagem é o facto de conseguir manter todas as funcionalidades que já utilizava (batimentos cardíacos, passos, km, alarme, notificações), com o bónus de 45 dias de bateria, num écran que consome pouca energia e tem excelentes ângulos de visão, mesmo durante dias soalheiros.

O objetivo deste artigo é apenas partilhar uma das muitas opções (low budget) que se encontram no mercado. Confesso que estou imensamente satisfeito com a qualidade deste produto e caso pretendam um relógio simples, com uma autonomia de bateria acima da média, a Amazfit Bip pode ser a solução ideal.