Apesar de ser um fã da série de TV, a verdade é que a personagem de Ethan Hunt é muito bem conseguida e deu um novo fôlego à franchise.
Confesso que o terceiro filme é o meu favorito da saga, pelo que a fasquia se encontrava bem alta. Mas passemos à minha opinião acerca de Ghost Protocol.
A IMF volta a ser apanhada numa trama internacional, forçando Hunt e a sua equipa a uma missão no Kremlin. O que aparenta ser mais uma missão de risco rapidamente se transforma num possível apocalipse nuclear, ao bom estilo de Hollywood.
A acção é frenética no decorrer dos 133 minutos, com cenas épicas e impossíveis, como é apanágio da saga. São excelente os momentos no Dubai e na Índia, com perseguições em ambientes 100% hostis.
Não faltam os carros de luxo, a tecnologia de ponta e o vilão russo com complexo de Deus, levando a que Ghost Protocol se torne num filme de acção extraordinário. Parece-me igualmente interessante o facto de existir muito mais esforço de equipa, algo que faz parte da génese da série de TV e que se tinha perdido na adaptação ao cinema.
Sem dúvida que vale bem a pena ir ao cinema, embora em termos de enredo existam muitas falhas. Mas sejamos honestos, os filmes da IMF são direccionados para shoot first and ask questions later.