Guilty Pleasures

Sempre que tenho tempo livre gosto de consultar e ler alguns blogs de eleição, onde incluo os conteúdos do estimado João Silas. No dia de ontem deparei-me com um artigo referente aos guilty pleasures e resolvi aceitar o desafio, abordando alguns dos meus “segredos”.

Lamento desapontar alguns dos meus leitores mas os verdadeiros podres ficarão para outro artigo eheheh. Sem mais demoras, eis uma curta lista dos guilty pleasures de Hugo Cardoso (falar na terceira pessoa é tão típico de jogador de futebol).

  1. Podcasts/Vídeos sobre jogos, filmes e séries retro
  2. Pré-Fanatismo por documentários
  3. Adoro História
  4. Entusiasmo por Jogos de Tabuleiro
  5. Criação/Desenvolvimento de um jogo indie

Começando pelo primeiro tema, quem lê este blog desde o início provavelmente não ficará muito surpreendido, embora tenha tendência para falar de outros temas. Tenho vários GB de espaço dedicados exclusivamente a séries dos anos 70 e 80, com destaque para pérolas como Buck Rogers, Missão Impossível e MASH. E apesar de todos estes anos… continuo a adorar rever cada um dos episódios!

No que diz respeito ao segundo tópico, penso que desde muito novo que tive essa tendência. Apesar de ver muito pouca TV não dispenso os documentários do Discovery, História ou National Geographic, independentemente do tema. Recordo-me de seguir religiosamente há muitos anos atrás um programa mexicano acerca de OVNIS… pena não me recordar do nome. Alguém me ajuda?

O terceiro ponto que menciono acaba por estar ligado à minha juventude e ao sonho de ser arqueólogo. Na longínqua década de 90 cheguei mesmo a ponderar seguir esse destino académico mas valores mais altos se levantaram. A paixão permanece e gosto imenso de ler sobre esse tema, quando tenho essa possibilidade. Ah e ser fã do Indiana Jones deve ter ajudado a enraizar a temática… 🙂

A minha aventura pelos jogos de tabuleiro começou com Petroleiros, Monopólio e Subbuteo mas continuou ao longo dos anos com destaque para o fantástico Risco. Em breve vou iniciar um “mini-clã”, onde me juntarei uma vez por mês com alguns amigos para disfrutar de jogos como Settlers of Catan ou BSG. Estou ansioso para que se dê início ao “evento”…

Para terminar, um projecto antigo e que continua a estar na lista de tarefas a cumprir. A ideia está bem definida, restando apenas dar início ás hostilidades. Parece-me claro que o meu afecto pelos jogos indie se manifesta neste desejo mas é algo que me agrada e ficaria extremamente contente se conseguisse concluir o projecto até ao final de 2013. Espero sinceramente que o Mundo não acabe em Dezembro de 2012…

Espero que este artigo vos permita conhecer-me um pouco melhor e gostaria também de ler acerca dos vossos guilty pleasures. Por esse motivo, faço-vos o desafio de comentar ou responder através dos vossos blogs.

Braid Ep.1

Existem vários jogos que marcam uma era em termos de títulos indie e Braid é um claro exemplo. Lançado em 2009 por Jonathan Blow, Braid conta a aventura de Tim, que luta desesperadamente para conseguir salvar a sua princesa das garras de um terrível monstro.

É incerto o motivo pelo qual o herói está de fato e gravata (talvez fosse corretor em Wall Street ou algo do género) mas cabe ao jogador controlar Tim por diversos níveis, que vão requerer destreza e capacidade de improviso. Braid é um excelente jogo de plataformas mas não fica por aí: somos constantemente bombardeados com novos puzzles e a dificuldade vai aumentando gradualmente, sem nunca comprometer a jogabilidade ou dar a sensação de missão impossível.

Para terminar, deixo-vos o primeiro episódio da minha aventura. O jogo está disponível para Windows, Mac, Steam e XBOX 360. Altamente recomendado! 🙂