Kuiozo

Nos últimos anos, o mercado português tem recebido projetos aliciantes, com ideias inovadoras e conceitos muito interessantes. A Kuiozo Corporation é o mais recente exemplo, apostando num “player inovador no mercado das plataformas de vídeo streaming, monetização de vídeos e e-commerce”

O objetivo desta startup é disponibilizar uma plataforma revolucionária, que permita mudar o actual status quo, assente numa lógica de crescimento sustentado em políticas de responsabilidade social. Mas como em todos os serviços, a grande necessidade é sem dúvida fornecer serviços e conteúdos adaptados às necessidades e gostos dos utilizadores.

Numa era dominada por serviços como YouTube, Vimeo e Twitch, apenas para citar alguns exemplos, é sem dúvida um desafio colossal mas esta plataforma tem como público alvo produtores profissionais, músicas, bandas, celebridades, marcas, produtoras independentes e videobloggers. Fui contactado recentemente pela Ana Leite, da Kuiozo, que gentilmente me cedeu alguma informação acerca do projecto, o que originou a criação deste artigo, numa perspectiva de divulgar esta iniciativa.

Posso adiantar que poderão criar contas gratuitas ou premium, consoante o tipo de utilização que pretendam retirar da plataforma e que estarão disponíveis seis tipos de monetização. A grande vantagem poderá ser efetivamente o facto do sistema e-commerce estar associado ao videostreaming, onde os utilizadores profissionais poderão vender os seus produtos e labels através do seu canal. A grande aposta será nos mercados associados a Portugal, Brasil, Espanha e Estados Unidos, dado que possuem alguns dos idiomas mais utilizados a nível mundial e abrangem uma área geográfica assinalável.

Segundo informações recolhidas, a versão MVP estará disponível a 18 de Fevereiro, embora limitada a testes internos. Contem com uma versão final a muito curto prazo, pelo que sugiro que acompanhem o site oficial e página do Facebook, para mais informações.

Para terminar, apenas desejar toda a sorte a este projecto e salientar que 5% dos lucros líquidos da empresa vão reverter para acções de solidariedade em África.

Elifoot 15

Apesar de ser um fã de jogos, a realidade é que no telemóvel a sua utilidade resume-se a passar o tempo, o que me faz apostar em títulos com jogabilidade elevada e níveis curtos. No entanto, Elifoot é a excepção que confirma a regra. Optei pela versão gratuita, embora possam comprar a Pro, que vos permite escolher a equipa que pretendem treinar, independentemente da divisão.

Na versão free, começamos da quarta-divisão e temos como missão gerir o plantel, finanças e subir de divisão. Estou actualmente na quarta temporada com a Oliveirense e não tem sido fácil, apesar de ter subido duas vezes de divisão. Elifoot 15 não tem obviamente as licenças das equipas e jogadores mas é uma excelente forma de perder alguns minutos diariamente. O campeonato tem 14 jornadas, acrescido dos jogos da Taça.

Este título vai atrair os jogadores casuais, assim como aqueles que, como eu, cresceram com a versão inicial de Elifoot dos anos 90. Deixo-vos alguns screenshots da versão para iOS, que é basicamente idêntica à disponível para Android.

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The Strain T.2

Após uma primeira temporada interessante, a luta contra o Mestre retoma, com os nossos heróis a serem colocados à prova em inúmeras ocasiões. A batalha com Setrakian deixou as suas marcas e vai forçar a mudança de corpo do Mestre, algo que não acontecia há séculos.

Em termos de narrativa, vamos acompanhar a demanda pelo Occido Lumen, um livro que pode deter o segredo para a derrota dos strigói. Existem igualmente algumas tentativas de criar uma arma biológica capaz de infectar os vampiros e o aparecimento de alguns aliados inesperados. A parte mais interessante desta segunda temporada é que foge em grande medida aos livros, o que é curioso, tendo em conta que os produtores são Chuck Hogan e Benicio del Toro, precisamente os criadores da obra.

Existem menos flashbacks, com o intuito de explicar as origens de algumas personagens, excepção feita a Quinlan, que se revela como um dos inimigos mortais do Mestre. E é nesta fase que vou inserir alguns spoilers, pelo que sugiro a vossa atenção. A grande virtude da primeira temporada foram precisamente as personagens, que são extremamente cativantes e relevantes para a narrativa, algo que se perde nesta segunda parte.

Existe nalguns episódios uma desorganização total da narrativa, em que acompanhamos Eldritch Palmer e Coco, outros em que somos apresentados a Angel, um ex-lutador mexicano, que realizava filmes acerca de vampiros (sim… isso mesmo), mas em que nunca fica claro a relevância para o resultado final do episódio em questão. Outro dos pontos que me fez confusão é o facto de passar a não existir preocupação na contaminação, aquando das batalhas. Essencialmente vemos sangue branco a voar por todo o écran mas nesta temporada ninguém é exposto (bem, quase ninguém, vou evitar esse spoiler).

Dito isto, considero que a segunda temporada de The Strain não é tão forte como a primeira, embora tenha mais acção. Estou muito curioso pela terceira temporada, que será a final, dado que tenho a certeza que irá desviar-se ainda mais da obra literária. Serão os strigoi a vencer? Ou a Humanidade? Ou será que após a batalha final, restará alguém para ser declarado vencedor? Em 2016 vamos ter essa confirmação.