Rick Dangerous Ep.13

Este é o último episódio da saga, em que consigo derrotar os nazis e salvar Londres. Foi sem dúvida muito divertido e agradeço a vossa paciência, dado que os episódios foram sendo lançados de forma bastante intercalada, no mínimo. Rick Dangerous é um dos meus jogos preferidos , tendo marcado claramente a minha infância.

Espero que tenham gostado desta série e caso tenham interesse em ver Rick Dangerous 2, basta indicar na caixa de comentários.

Ai a minha vida Ep.3

Estou em crer que 2018 será marcante, a diversos níveis, sendo por isso notório o meu entusiasmo com uma série de projectos. Tive a oportunidade de partilhar o meu “Christmas Haul” no Instagram, pelo que ficarei “apenas” pelos agradecimentos habituais. Foi um período repleto de meditação, doces e decisões que são fundamentais para a minha sanidade e bem estar profissional e pessoal.

Durante as próximas semanas irei partilhar alguns artigos em que vos apresento produtos como câmeras de vigilância, headphones bluetooth, clones de Game Boy e até um projector. Uma das minhas ambições passa precisamente por disponibilizar ainda mais conteúdo, após um ano de 2017 em que bati recordes.

Paralelamente, consegui retirar 35 items da minha Lista, outro motivo de grande orgulho mas prometo não ficar por aqui. Já consegui adquirir bilhetes para o concerto do enorme Roger Waters e tomei a decisão de adquirir um iMac 4K, muito provavelmente no segundo semestre do ano.

Tenho igualmente planos para estar presente em mais eventos, com destaque para a LGW e Comic-Con, assim como disponibilizar uma nova série, com narração. Este ano marca igualmente o meu quadragésimo ano de vida e o décimo terceiro deste espaço, dois marcos épicos e que me enchem de felicidade e realização pessoal.

Para terminar, gostaria apenas de agradecer a todos aqueles que continuam a participar e a visitar este espaço. E claro, continuo a ter como objetivo estabelecer mais algumas parcerias com projectos que sejam do meu agrado.

Helix T.2

A segunda temporada de Helix leva-nos para a ilha de St. Germain, no Pacífico Norte, onde vamos acompanhar a nova equipa do CDC, liderada por Peter Farragut, que tenta isolar e criar uma vacina para um novo surto.

A premissa é que Allan Farragut se converteu num terrorista, perseguindo a raça imortal, que lidera a multinacional Ilaria. Como não poderia deixar de ser, a narrativa está repleta de surpresas, agendas escondidas e traições, mantendo a lógica temporal de cada episódio equivaler a um dia.

Durante os treze episódios desta segunda temporada, vamos acompanhar duas narrativas paralelas: a busca pela cura na Ilha e a luta pela sobrevivência de Julia Walker, 30 anos após os eventos que ocorreram. Diria que o cenário da Abadia, com o culto religioso liderado por Michael, é bastante interessante, mas existem vários decisões que condicionam o resultado final. Na minha opinião, as personagens de Amy e Landry são sub-aproveitadas, sobretudo nos últimos quatro episódios, sendo que o próprio final da série é terrivelmente previsível e insipiente.

Uma das grandes virtudes da primeira temporada é o ambiente claustrofóbico, aliada a uma excelente narrativa, algo que não é replicado, apesar da premissa inicial ter muito potencial. Confesso que a maior surpresa acabou por ser o Dr. Kyle Sommer, que confere uma dinâmica diferente à equipa, mas que é insuficiente para anular tudo o resto.

Esta segunda temporada é uma desilusão completa, chegando a ser penoso ver alguns episódios. Foram tomadas decisões que nada acrescentaram à narrativa, especialmente no que concerne a Balleseros e Hatake, com a agravante que foram desperdiçadas as boas ideias que nos apresentam nos primeiros três episódios. Confesso que não fico surpreendido com o facto da série ter sido cancelada pelo SyFy.