Killing Gunther

Arnold Schwarzenegger é o nome mais sonante do elenco de Killing Gunther, um filme absolutamente hilariante e que tem um enredo improvável. A premissa assenta na lógica de eliminar Gunther, o maior assassino profissional de todos os tempos. Para tal, Blake vai reunir uma equipa, composta por peritos em explosivos, informática e venenos raros. Para documentar toda a operação, resolve contratar uma equipa de filmagens, que os acompanham nesta aventura.

O primeiro objetivo é identificar Gunther, que é um perfeito desconhecido para todo o Mundo. A missão revela-se complexa, sendo frequentemente frustrada, até um encontro em que a equipa parece ter ferido a perna deste assassino fantasma. Seguem-se uma série frenética de eventos, completamente surreais, que terminam com a morte de alguns membros da equipa e que lança Blake num estado de desespero completo.

É nessa fase que a narrativa se foca no desenvolvimento de personagens, mostrando os verdadeiros motivos que levam à criação da equipa. Sem colocar spoilers, posso acrescentar que as cenas de ação estão muito bem conseguidas e que Schwarzenegger tem uma interpretação fantástica como Gunther.

Não esperem  algo memorável mas tenho a certeza que ficarão surpreendidos com este filme, que é realizado por Taran Killam, que interpreta igualmente a personagem de Blake, o líder da equipa. Aguardem por uma cena final pós-créditos, que responde a uma questão pertinente.

Sleepy Hollow T.4

A temporada anterior de Sleepy Hollow foi uma completa desilusão, o que terá forçado a necessidade de realizar mudanças profundas. Por esse motivo, é formada uma nova equipa, que conta com a agente Diana Thomas, Jake e Alex, os agentes encarregues de supervisionar The Vault, uma gigantesca biblioteca de conteúdos sobrenaturais.

O vilão é Malcolm Dreyfuss, um bilionário da tecnologia, que procura a Pedra Filosofal, com o intuito de se tornar imortal. O seu braço direito é Jobe, um demónio com poderes extraordinários e que tem uma missão específica (spoilers) que vai permanecer omissa neste artigo.

Ichabod Crane continua a sua missão de derrotar o Mal, contando ainda com a ajuda de Jenny Mills. A escolha para a segunda Testemunha é curiosa, conferindo uma dinâmica diferente à série, mas que funciona muito bem.

Diria aliás que esta quarta temporada foi uma lufada de ar fresco, conseguindo cativar a minha atenção, principalmente pelo facto de se ter mantido fiel aos princípios básicos que fizeram a primeira temporada ser tão fascinante. O humor continua presente, assim como o desenvolvimento de personagens e claro, um vilão competente.

Pena que o esforço tenha sido inglório, dado que a série foi cancelada, o que não me surpreende, face à catastrófica terceira temporada.