Luís de Matos: Impossível

A magia e o ilusionismo fascinam-me desde muito novo, com as primeiras idas ao circo. Com o avançar do tempo, tomei conhecimento de nomes como Houdini, Penn & Teller e o inevitável David Copperfield, o que abriu ainda mais os meus horizontes nesta matéria.

Em termos nacionais, Luís de Matos é uma referência, desde as suas primeiras aparições na televisão, pelo que não podia falhar o espectáculo Impossível, que decorre entre 12 de Dezembro e 1 de Janeiro de 2019.

A digressão conta com o duo português Tá na Manga, o belga Aaron Crow e o sul-coreonano Yu Hojin, que complementam de forma muito interessante o espectáculo.

Sem colocar spoilers, contem com desaparecimento de veículos, truques de cartas e os inevitáveis jogos com luz e som, que fazem de Impossível uma experiência fantástica e que recomendo vivamente.

Supergirl T.3

A terceira temporada de Supergirl tem pontos muito positivos, tais como as World Killers, a Legion of Superheroes e a possibilidade de Brainiac poder ser o vilão da quarta temporada. No entanto, existem algumas decisões que, na minha opinião, condicionam o futuro da série e pouco acrescentam ao universo criado.

Sem colocar spoilers, preparem-se para algumas saídas no final desta temporada e mudanças profundas na relevância de algumas personagens. No que diz respeito à antagonista, a escolha para esta temporada foi perfeita, dado que Reign representa uma força incontrolável e que colocará o derradeiro desafio a Supergirl.

Vamos ter muito desenvolvimento de personagens, com o necessário acompanhamento dos seus desafios pessoais. Gostaria igualmente que tivessem explorado em pormenor o lore de Krypton e Argo City, mas optaram por seguir um caminho diferente (sem spoilers) que não teve o resultado final que ambicionava.

Considero no entanto que esta é a melhor temporada até ao momento, aliando acção, narrativa e mistério de forma muito competente. Existe a preocupação de humanizar Kara mas os desafios pessoais de Lena Luthor, Jimmy Olsen e a tragédia familiar de J´onn consegue criar empatia no espectador.

A Legion of Superheroes foi uma novidade interessante, embora terrivelmente mal explorada, servindo apenas para justificar o regresso de Mon-El, que acaba por ser um elemento relevante no desfecho da batalha com Reign.

Em conclusão, recomendo que invistam o vosso tempo nesta série, que melhora drasticamente face à temporada anterior e lança algumas possibilidades interessantes para o futuro.