E vão três meses de 2026…

Este ano arrancou com muita vontade da minha parte em cumprir algumas das resoluções que defini no final de 2025. Como tal, este primeiro trimestre ficou marcado por muito investimento de tempo em actividades que me trazem imensa satisfação.

Tomei a decisão de partilhar um artigo em que nomeio os objetivos cumpridos no trimestre anterior. O propósito é simples: documentar e partilhar projectos que podem vir a ser do vosso interesse.

No que diz respeito a videojogos, terminei Alentejo: The Tinto and the Ugly, que terá um terceiro jogo na calha. A Loading Studios está de parabéns, dado que este projecto nacional é uma ode aos (longínquos) tempos do Gameboy e com doses épicas de saudosismo!

A Nintendo Switch continua a ser uma plataforma de eleição e concluí o primeiro jogo da trilogia Cat Quest, um open world 2D, que se revelou um RPG de boa qualidade. Nesta aventura, controlamos um herói sem nome, que vai explorar o mapa de Felingard, com o objetivo de salvar a sua irmã e descobrir a sua ligação aos Dragonblood. Foi uma experiência interessante, que irei partilhar em maior detalhe, num artigo futuro.

Para concluir a temática dos videojogos, concluí a campanha de Diablo 4, após cerca de 48 horas. Foi, sem dúvida, uma experiência incrível, que recomendo sem hesitação. Estou a contemplar se devo investir em Lord of Hatred, o novo DLC que será lançado este mês.

A outra aposta para 2026 são os animes, mais especificamente a conclusão de algumas séries que sigo há algum tempo. Assim sendo, concluí a terceira temporada de One Punch Man, a segunda de Doctor Stone e Shangri-La Frontier e Darling in the Franxxx, que se revelou uma agradável surpresa.

Com a aquisição do Kobo, o meu backlog de manga está a sofrer uma redução significativa. Durante estes primeiros meses, concluí Black Torch, Gantz, Leviathan, Blame e Planetes. Podem facilmente constatar que existe um padrão, dado que apostei bastante no género de ficção científica, algo que deverá mudar drasticamente para o trimestre seguinte.

Para concluir este artigo, apenas mencionar as duas séries que terminei: Eyes of Wakanda e a segunda temporada de Tomb Raider. Ao longo das próximas semanas, podem ler os artigos específicos sobre todas estas experiências. Estou francamente satisfeito com a minha progressão, embora deva alertar que vou claramente diminuir o ritmo, dado que estou a investir em livros de maior dimensão e a concluir séries que fazem parte do meu backlog.

Numa nota paralela, quero apenas fazer uma curta homenagem a Scott Adams e Dan Simmons, que nos deixaram este ano. As suas obras perduram e fica sem dúvida a recomendação para as (re)descobrirem.

Boa Páscoa a todos!

Wishlist Aniversário 2026

Uma das minhas resoluções para este ano passa por aproveitar todo o espólio acumulado no decorrer da última década.

O meu backlog a nível de omnibus, manga, videojogos, séries e filmes é extenso, pelo que pretendo aproveitar ao máximo o tempo livre.

Como tal, a lista para este aniversário é bastante curta e consiste nos quatro artigos abaixo mencionados. E sim, o meu “lado adulto” tem noção que um aspirador vertical é fundamental para maximizar a eficácia na manutenção do quartel general.

Nintendo Switch: Super Mario Galaxy 1&2

Govee: Fita LED

Aspirador Vertical

Kobo: voucher 25 euros

Os Filmes de 2026

A tradição é muito importante para mim e tornou-se emblemático partilhar aqueles que, para mim, serão os maiores destaques no que diz respeito a cinema.

2026 arranca com 28 Years Later: The Bone Temple, que foi filmado imediatamente a seguir aos eventos de 28 Years Later. Será o quarto filme da saga e conta com um elenco onde se destaca Ralph Fiennes, Jack O’Connell, Alfie Williams, Erin Kellyman e Chi Lewis-Parry.

Em fevereiro, teremos Good Luck, Have Fun, Don’t Die, que conjuga a temática de uma IA rebelde e um homem que viaja no tempo para a impedir. Sam Rockwell, Michael Peña e Haley Liu Richardson são alguns dos nomes que compõem o elenco. Para fechar o mês, temos Scream 7, que me conseguiu surpreender pela positiva com as duas últimas entradas. Estou moderadamente optimista para aquele que poderá ser o encerrar desta franquia.

Março traz-nos a adaptação da obra literária de Andy Weir, que nos coloca a bordo da Hail Mary, uma nave enviada para encontrar uma solução para evitar uma nova Era Glaciar no Planeta Terra. O elenco tem em Ryan Gosling e Sandra Hüller as principais fundações para um projecto que tem todo o potencial para se converter numa referência do género.

Em abril destaco o regresso da animação da Nintendo, com The Super Mario Galaxy Movie, que será certamente inspirado no jogo que foi lançado para a Wii, em 2007. Chris Pratt, Jack Black, Keegan-Michael Key, Charlie Day e Anya Taylor-Joy estão de regresso, para uma aventura que introduz Bowser Jr e Rosalina. O mês fecha com a estreia de The Mandalorian and Grogu, que deverá finalizar o arco narrativo associado a Din Djarin. A adição de Sigourney Weaver, no papel da Coronel Ward deixa-me modernamente entusiasmado.

Vamos saltar maio e focar-nos em junho, mais especificamente em Super Girl, que encaro com muito cepticismo. Vou dar mais uma oportunidade à visão de James Gunn, que ainda não me convenceu. O meu entusiasmo fica reservado para Disclosure Day, o novo projeto de Spielberg, que tem um elenco verdadeiramente épico, em que destaco Emily Blunt, Colin Firth, Josh O’Connor, Henry Lloyd-Hughes, Colman Domingo e Wyatt Russell. Para fechar este mês, temos a estreia de Toy Story 5, que, à semelhança de Super Girl, encaro com cepticismo extremo.

Em julho, temos o primeiro grande blockbuster, com a estreia de Spider-Man: Brand New Day, que marca o regresso de Tom Holland à MCU. Pouco se sabe acerca da narrativa, embora esteja confirmada a participação de The Punisher, Hulk e Scorpion, o que me deixa francamente curioso. Ainda em julho, temos o regresso de Christopher Nolan, que nos traz a adaptação cinematográfica da obra intemporal de Homero. Tenho expectativas elevadíssimas para este projecto, que conta com Matt Damon, Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Zendaya, Charlize Theron, Lupita Nyong’o e Jon Bernthal.

Segue-se um hiato de três meses, mas regressamos em novembro com The Hunger Games: Sunrise on the Reaping, que vai narrar a participação de Haymitch Abernathy, 24 anos antes dos eventos do primeiro filme. O elenco deixa-me curioso, dado que tem excelentes actores, dos quais destaco Joseph Zada, Jesse Plemons, Ralph Fiennes, Kieran Culkin, Elle Fanning,  Maya Hawke e Glenn Close.

O ano de 2026 fecha com dois blockbusters de peso. Estou obviamente a referir-me a Dune 3 e Avengers: Doomsday. A space opera de Frank Hebert foi espectacularmente adaptada por Denis Villeneuve, convertendo-se numa das minhas franquias de eleição, ao lado de Star Wars (trilogia original) e Senhor dos Anéis. No que diz respeito à MCU, existem sinais positivos com Thunderbolts, Fantastic Four e Deadpool & Wolverine, mas vai ser necessário algo ao nível de Endgame para revitalizar este universo.

Para concluir, falta eleger os meus dark horses para este ano. Essencialmente, são projectos em que tenho esperança, embora exista sempre uma elevada probabilidade de ficarem muito aquém. Começo por mais um reboot de Resident Evil, que vai introduzir personagens distintas do jogo. O ponto mais interessante é a escolha de Zach Cregge como realizador, o que antevê uma visão mais dark e assustadora.

The Death of Robin Hood é outro projecto a manter debaixo de olho. Michael Sarnoski realiza este filme que introduz Hugh Jackman no papel de um herói de idade avançada e com lesões graves, que se vê confrontado com o peso da sua fama.

Por último, quero destacar Hokum, que tem em Adam Scott o nome mais sonante do elenco. A narrativa leva-os para a Irlanda e aborda eventos sobrenaturais, que podem estar relacionados com fantasmas, bruxas ou outros elementos do folclore local.

Como habitualmente, convido-vos a partilhar a vossa opinião e os filmes que mais vos entusiasmam para este ano que ainda agora começou.