Batman: Hush

Hush é sem dúvida uma das melhores histórias de Batman e apresenta-nos um estranho inimigo que aparenta conhecer todos os segredos do nosso herói.

A narrativa mostra-nos um Bruce Wayne disposto a ter uma relação com Selina Kyle, chegando ao ponto de revelar a sua identidade secreta. Tudo muda, numa missão em que Batman salva uma criança das garras de Bane, para ser traído por Catwoman, que aparenta estar a ser controlada por Poison Ivy.

O nosso herói aceita o desafio de investigar uma série de ligações e eventos inesperados, tais como a utilização Lazarus Pit, assim como a identidade secreta de Hush, que parece estar sempre um passo à frente. Numa perseguição frenética a Catwoman, Batman acaba por sofrer uma queda aparatosa, que o deixa em mau estado, sendo salvo por Thomas Elliot, um cirurgião de renome e amigo de infância de Bruce.

A narrativa envolve igualmente Amanda Waller e a Justice League, mais especificamente Lex Luthor e Superman, tornando-se evidente que Hush é o responsável por todos estes eventos. Uma vez mais, vou evitar os spoilers mas vai ocorrer uma série de eventos, que vão marcar profundamente Batman e que o levam a reconsiderar o seu código de conduta.

Nenhum filme do Dark Knight estaria completo sem uma batalha com Joker e Hush não foge à regra. O final é sem dúvida algo previsível mas funciona bem no cômputo geral da narrativa. Confesso que gostei bastante desta adaptação da DC. Aliás, contudo a dizer que nesse campo a Marvel tem muito a aprender com as suas séries e filmes de animação.

Mediano
72%

Batman Ninja

Junpei Mizusaki é o realizador responsável por Batman Ninja, uma visão anime do herói da DC. A premissa consiste num aparelho, denominado Quake Engine, que é criado por Grodd e que vai transpor os criminosos de Arkham e os nossos heróis, para o Japão Feudal.

Inicialmente acompanhamos Batman, que rapidamente compreende que chegou dois anos mais tarde do que os restantes, encontrando um cenário em que os samurais servem Joker.

Após conseguir escapar da primeira batalha, encontra Catwoman, que o coloca ao corrente da situação. Essencialmente o Japão está dividido em cinco regiões, controladas por Joker, Two Face, Deathstroke, Poison Ivy e Pinguim, que lutam pelo controlo total.

Lentamente, o Dark Knight vai igualmente reencontrar Alfred, Robin, Nightwing, Red Hood e Red Robin, que serão fundamentais na batalha épica que se avizinha. Pelo meio, vão reaparecer personagens como Grodd e Bane, que irão testar o nosso herói, que terá de ser adaptar a um mundo sem tecnologia, para poder vencer os seus rivais.

Ao bom estilo anime, vamos ter mechs feudais, que me fazem lembrar Voltron, assim como traições inesperadas, num filme que é interessante, sem nunca deslumbrar. Diria que os meus momentos preferidos são as batalhas de Batman/Joker e Harley Quinn/Catwoman.

Vou evitar os spoilers, mas diria que esta visão única do universo Batman merece a vossa atenção. Este filme acabou inclusivamente por inspirar uma linha de estátuas da Prime1, que tem tido um sucesso assinalável.

Mediano
70%

Tweeterhead Batman 1/6

No final de 2019, uma das resoluções passou pela mudança radical na abordagem à minha coleção. Comecei por vender 95% do espólio, mantendo apenas algumas peças, da escala 1/10.

Como segunda medida, resolvi aumentar (literalmente) a escala, para 1/6 e limitar a quantidade a dez estátuas. A primeira escolha recaiu neste fantástico Batman, da Tweeterhead, que rapidamente se converteu numa das minhas fontes preferidas, resultado da excelente relação qualidade/preço.

A linha em questão é a Super Powers, que se foca em personagens da DC e que tem tido sucesso assinalável. A estátua em questão tem cerca de 45 cm de altura e pesa aproximadamente 4 kg. Gosto particularmente do look clássico de Batman, com o cinza e azul como cores predominantes.

Fica a promessa de vos colocar ao corrente das novas aquisições, como é apanágio. Para terminar, posso adiantar que faltam seis peças para concluir esta fase do projeto.

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