Capitão America – The Winter Soldier

O primeiro filme sobre Steve Rogers foi excelente, na minha opinião, o que colocava um grau de dificuldade para a sequela. O vilão escolhido foi o Winter Soldier, um mercenário assassino que tem ligações ao passado do Capitão America. O enredo é interessante, com foco especial na génese da SHIELD e com muitas ligações ao primeiro filme, tornando esta segunda aventura numa experiência bastante agradável.

A cena de abertura está muito bem conseguida, mostrando um herói mais enquadrado na vida quotidiana e com cenas de acção fantásticas. Gostei bastante do facto do meu lutador preferido da UFC (George Saint Pierre) interpretar a personagem de Batroc e da personagem Black Widow ter um papel importante na história. Aliás de todos os Vingadores, confesso que foi Scarlett Johansson quem mais me surpreendeu pela positiva.

Preparem-se para uma acção frenética, com Nick Fury e Maria Hill a terem que derrotar um inimigo escondido dentro da SHIELD, que tem como sempre ligações à HYDRA. Pelo meio, temos o inevitável cameo de Stan Lee, o aparecimento de Falcon, um dos novos amigos do Capitão America e claro da batalha épica entre o Winter Soldier e Steve Rogers. Destaque para a participação de Robert Redford, que acrescenta uma qualidade a nível de presença no écran e para o enredo do filme, que está francamente bem conseguido.

Pessoalmente, considero o primeiro filme superior, apenas pelo facto de apresentar a génese do Capitão America. Tudo o resto é melhor nesta sequela, o que deve ser valorizado. Recomendo para os fãs da Marvel e sugiro que aguardem pelos créditos finais, dado que existem duas cenas escondidas, uma delas referente ao filme e a outra já como teaser do segundo filme dos Vingadores, a estrear em 2015.

E agora resta esperar pelos Guardiões da Galáxia, filme para o qual tenho expectativas muito baixas…

Thor: The Dark World

A sequela de Thor chegou finalmente ás salas de cinema e como fã convicto da Marvel não podia falhar. Confesso que fiquei algo preocupado com os trailers e com as sucessivas alterações a que o filme foi sujeito mas o facto de terem conseguido reunir o casting original fez-me ter fé em The Dark World.

A narrativa decorre essencialmente em Asgard, onde Thor continua a lutar pela paz. Loki encontra-se encarcerado e tudo parece correr pelo melhor, apesar de Jane Foster continuar na Terra. E é precisamente no nosso planeta que um raro alinhamento planetário vai convergir, algo que apenas ocorre a cada 5000 anos. O resultado prático desse fenómeno é a ausência de fronteiras entre os 9 reinos, o que se revela trágico para Jane Foster que acaba por ser “infectada” pelo Aether, uma força indestrutível que remonta aos primórdios da criação.

Christopher Eccleston é o líder dos Dark Elfs, uma raça que sobreviveu em estado de hibernação durante milénios, esperando pacientemente pelo reaparecimento do Aether. A partir deste momento o filme arranca em termos de acção, com batalhas épicas entre Asgardians e estes estranhos seres, com clara vantagem para Malekith, o vilão deste filme. Uma perda irreparável vai forjar alianças e traições inesperadas, com Thor e Loki a unirem esforços para combater e derrotar os Dark Elfs.

A batalha épica final vai decorrer no Planeta Terra, com o filho de Odin a ter de utilizar todos os seus recursos para salvar Jane Foster e os nove reinos. Sem colocar spoilers, posso confirmar que está assegurando um terceiro filme da saga, que vai certamente continuar a storyline desenvolvida em The Dark World.

Pessoalmente, gostei da experiência (2D) embora tenha ficado algo desiludido com a batalha final, que considero banal e sem grande interesse. O ponto mais forte é claramente o facto de terem mantido o elenco original e conseguirem equilibrar os momentos cómicos com a narrativa de forma quase perfeita. Mesmo assim, considero melhor o primeiro filme de Thor mas recomendo a sequela.

Não saiam da sala antes dos créditos finais, dado que temos 2 teasers (um para o Guardians of the Galaxy e outro para a sequela de Thor).

2 em 1

Há alguns dias atrás comprei duas t-shirts da Marvel, numa grande superfície comercial de Lisboa. Ao chegar a casa, pensei de imediato em aproveitar as caixas, tendo em conta a qualidade da arte gráfica presente. Como entusiasta do estilo retro em comics, pareceu-me importante tentar uma sessão de trabalhos manuais, na tentativa de colocar as duas capas numa moldura com 30×40 cm.

A solução passou por utilizar uma moldura sueca, tesoura e uma faca afiada (sim, foi uma delicada operação tecnológica). O resultado final é o que vos apresento nesta pequena galeria.

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Que vos parece? O resultado final é interessante? Cada uma das t-shirts custou 10 euros e a moldura 3, o que significa que por 23 euros consegui duas peças de roupa e uma “obra de arte” personalizada. Honestamente acho que correu muito bem…