Kotobukiya Rogue 1/6

Lentamente, a minha estante Detolf vai ficando sem espaço para expor mais estátuas.

A mais recente adição é a Rogue, da linha Fine Art da Kotobukiya. A escala é 1/6 e o tema a Danger Room Sessions, um clássico da série de animação dos anos 90.

A base é a mão de um Sentinela, numa pose dinâmica, em que tem um dedo do robot na mão esquerda. A pintura e o detalhe são de alta qualidade e existem duas faces disponíveis, sendo a minha preferida a do cabelo comprido, numa réplica fiel da série.

A Rogue mede aproximadamente 30 cm de altura e complementa de forma quase perfeita a estátua de Wolverine, que apresentei num artigo anterior.

Estou francamente satisfeito com o detalhe e aspecto final da estátua e continuarei a partilhar as novidades. Nesta fase, posso adiantar que faltam quatro peças para concluir este projeto.

Fiquem atentos 🙂

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Artfx Rogue 1/10

Uma das minhas personagens preferidas dos X-Men é a Rogue, que tem a capacidade de “absorver” os poderes de outros mutantes.

Quando tive conhecimento que a Kotobukiya resolveu adicionar esta estátua à linha Uncanny X-Men, a decisão foi automática.

A escala é de 1/10 e os pormenores são simples mas funcionam no seu todo, criando uma das melhores estátuas da minha coleção.

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Rogue One

Desde que a Disney adquiriu os direitos do Universo Star Wars que o Natal passou a ter outro significado, com o lançamento de um filme nesta quadra. Em 2016, fomos presenteados com Rogue One, a história de como a Resistência consegue ter acesso aos planos da Estrela da Morte, a arma mais mortífera do Império.

A narrativa acompanha a família Erso, mais especificamente Galen, o cientista responsável pela criação e desenvolvimento de uma arma temível. O filme está claramente assente em três actos, estando o primeiro focado nas motivações que levarão Jyn e Cassian a formar uma equipa improvável. A base é bastante sólida, com diálogos bem conseguidos e acção suficiente para manter a nossa atenção.

A segunda parte está direccionada para o desenvolvimento de personagens e formação da equipa que vai aceitar a missão suicida de penetrar no planeta Scarif. Confesso que fiquei bastante agradado com as interpretações e sobretudo com a qualidade dos heróis, que conseguem ser poderosos, sem ostentar poderes reais. Rogue One tem a virtude de providenciar um fan service fenomenal, com referências ao episódio IV e com outras surpresas que não vou revelar.

As cenas de acção estão muito bem coreografadas e destaco as interpretações de  Alan Tudyk como K-2S0, Donnie Yenn como Chirrut Îmwe e Ben Mendelsohn como Orson Krennic. A Estrela da Morte é recriada de forma brutal, com uma presença imponente, tornando-se parte integrante da narrativa. Como bónus, temos uma cena final verdadeira épica, que conta com a presença de Darth Vader e outra, com a aparição da Princesa Leia, que são a cereja no topo do bolo.

Rogue One é para mim uma excelente adição ao Universo Star Wars, dando ênfase a uma narrativa paralela, que apesar de secundária no cômputo geral, se revela fundamental no desfecho do episódio IV. Agora resta esperar cerca de um ano pela nova aventura, que nos vai contar a história de Han Solo.