Agents of S.H.I.E.L.D. T.7

A aventura de Coulson e a da equipa chega ao fim, com a batalha final com os Chronicoms. O primeiro episódio ocorre nos anos 30, durante a Lei Seca e vai influenciar a criação da S.H.I.E.L.D. e da própria Hydra. O plano de Sibyl, a líder dos Chronicoms, passa por eliminar o duo composto por Fitz-Simmons, que aparenta ser a variável temporal que afecta o desfecho do seu plano.

Vamos ter a reintrodução de Sousa, o antigo parceiro da Agente Carter, que passa a fazer parte da equipa, que continua a ser liderada por Mack. Esta temporada tem alguns momentos interessantes, mas é notória a ausência de ideias. Os argumentistas revitalizam o arco dos Inhumans e apresentam Nathaniel  Malick como o vilão desta temporada.

A equipa continua a ter dificuldade em lidar com as constantes mudanças no fluxo temporal, que implicam perdas significativas a nivel pessoal. A Agente May e Yo-Yo acabam por ser as mais afectadas, mas acabam por superar os traumas e encontrar forma de maximizar os seus poderes.

Um ponto positivo é o regresso de Fitz,  para a batalha final e a reposição da linha temporal conforme a conhecemos. No entanto, vão existir alterações, que acabam por consolidar um final feliz e que apresenta um desfecho para cada uma das personagens. Considero interessante a fusão com a linha temporada da MCU e  a utilização do Quantum Realm como ferramenta de combate aos Chronicoms.

Agents of S.H.I.E.L.D é uma série interessante, que na minha opinião atinge o ponto alto nas três primeiras temporadas, com a batalha com a HYDRA e a introdução dos Inhumans. A partir dessa altura, assistimos a um decréscimo qualitativo proporcional ao número de temporadas disponibilizadas. No entanto, recomendo que invistam nesta série, que acaba por concluir num tom positivo e satisfatório.

Agents of S.H.I.E.L.D. T.6

Um ano após o falecimento de Phil Coulson, a equipa da S.H.I.E.L.D. tenta reagrupar-se. A liderança fica encarregue a Mack, que começa a investigar uma série de anomalias que estão a criar portais para outra dimensão ou planeta.

Paralelamente, Daisy, Jemma, Piper e Davis estão numa missão espacial que visa localizar Leo Fitz. Esta busca poderá não fazer sentido face aos eventos da temporada anterior, no entanto recordo-vos que nesta linha temporal Fitz está numa câmara criogénica, que é monitorizada por Enoch, um dos Chronicom.

A temporada acompanha estas duas sub-narrativas, que acabam por se cruzar nos derradeiros episódios, por motivos que não vou revelar. No planeta Terra, Mack recruta o Dr Marcus Benson, para a função de cientista, numa tentativa de colmatar a ausência da dupla Fitz-Simmons. Ao longo dos episódios vamos aprendendo mais acerca das anomalias temporais e identificamos o responsável, Sarge, que tem a aparência física de Philip Coulson.

Confesso que não sou o maior fã desta abordagem, que sustenta a temporada seis e nos mantém num impasse face ao motivo pelo qual existe um doppelgänger. O Farol continua a ser a base da equipa, que será testada com uma invasão de Shrikes, uma espécie parasítica que prepara a chegada da sua líder Izel, que tem uma ligação única com os monólitos que nos foram apresentados na temporada 5.

A derradeira batalha ocorre num templo antigo e representa mudanças significativas na equipa, que serão exploradas na derradeira temporada, que aparenta decorrer nos anos 30.

Pessoalmente, considero esta uma das temporadas mais fracas, apesar de existirem alguns momentos interessantes. Mas diria que a escassez de ideias leva à reutilização de certas noções já exploradas e que pouco acrescentam ao desenvolvimento das personagens e da própria narrativa.

Agents of S.H.I.E.L.D. T.4

Os eventos da temporada anterior, com a perda de Lincoln na batalha contra Hive, deixaram marcas profundas. Coulson regressa à SHIELD como agente, fazendo parelha com Mack, com o objetivo de capturar Daisy, que é considerada uma terrorista.

Os acordos de Sokovia permitem que a organização volte a ser reconhecida pelo Governo, sendo liderada por Jeffrey Mace, que parece ter um modus operandi completamente diferente do seu antecessor. O Professor Radcliffe regressa igualmente na quarta temporada, tendo um papel importante em toda a narrativa (sem spoilers). Mas o grande destaque vai para Robbie Reyes, um mecânico hispânico que alberga uma entidade, que podem conhecer como Ghost Rider.

Sim, esta temporada está repleta de novidades, sendo esta uma das principais. Preparem-se para mudanças constantes, com as habituais traições e agendas escondidas, tendo como pano de fundo o Darkhold, um livro que fornece conhecimento paranormal e que abrange outras dimensões.

Gostei francamente das personagens de Aida, Reyes e Mace, que conferem uma dinâmica distinta à narratia. Como habitualmente, o ultimo episódio aguça o apetite para a aventura seguinte, prometendo uma escala ainda superior a esta quarta temporada. Diria que falta apenas interligar a série com a timeline cinematográfica da Marvel.

Recomendo que acompanhem esta série, que na realidade tem vindo a melhorar substancialmente nas duas últimas temporadas.